quarta-feira, 3 de abril de 2019

Menos Médicos

Para além do discurso ideológico, que funciona bem nas redes sociais, o “fim” do Mais Médicos trouxe uma realidade cruel e que ainda não entrou na propaganda: a ausência desses profissionais no interior dos estados. Enquanto o presidente Jair Bolsonaro se preocupa com questões ideológicas e firulas internacionais, o povo brasileiro pena sem atendimento.

E os prefeitos já não têm mais o que fazer. Só sabe o tamanho do problema quem sente na pele. Imagina você ou alguém da sua família doente, precisando de atendimento, e não ter.

As vagas até existem, mas os profissionais não querem ir; recusam salários de até R$ 12 mil, muito acima da média do que se ganha no Brasil. Esse papel era feito pelos cubanos. Fora do debate ideológico, a questão é bem prática mesmo. E precisa de uma solução urgente.

Ninguém aqui está defendendo ditadura ou que se utilize o dinheiro dos impostos dos brasileiros para financiar governo “A” ou “B”. Mas seu Bolsonaro tem a obrigação, não só com o Rio Grande do Norte e o Nordeste, mas com todo o país, de chegar a um denominador comum. Menos ideologia e mais gestão, presidente. O Brasil não aguenta esperar.

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