sábado, 6 de fevereiro de 2021

Dionízio do Apodi grava com os Mestres de Apodi; conheça um pouco mais sobre Dodora

Quando criança ouviu na igreja que não podia ser anjo por causa de sua cor, pois anjo não podia ser preto; em um determinado momento de sua vida, para divulgar APODI mandou fazer trinta mil cartões postais, que até os dias de hoje ainda tem caixas de postais em sua casa pois não conseguiu vender e ainda precisou vender seu Chevette para pagar a dívida dos cartões; os trinta melhores anos de sua vida foram dedicados ao Lajedo de Soledade; enquanto lutava para preservar o Lajedo, com pinturas rupestres entre três mil e cinco mil anos, ouvia de pessoas próximas que "esse negócio com essas pedras não tinha futuro".

Essa é a mestra Dodora, do Apodi, responsável pela existência, hoje, do Lajedo de Soledade, importante para o Brasil e para o mundo. Ela estará na série MESTRES DO APODI.

Foi um prazer, foi muito especial passar o dia de ontem gravando com essa mestra, no Lajedo de Soledade, embaixo da mangueira de sua casa, e nas calçadas de APODI.

Quando escrevíamos os roteiros para as gravações com os mestres, minha companheira Rena Soraya e eu já ficávamos muito emocionados com a possibilidade de viver este momento, que agora, torna-se intenso, marcante e inesquecível.

Seguimos, é lindo isso tudo.

Texto: Dionízio do Apodi

Foto: Ari Oliveira

Um comentário:

Anônimo disse...

Iniciativa fantástica. Escrever e relatar sobre a história dos Apodienses. Muito justo iniciar com Dodora. Parabéns pela iniciativa.