Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz
Inácio Lula da Silva aposta em um amplo pacote de programas
sociais para impulsionar sua popularidade em 2026, ano em que deve disputar a
reeleição. As medidas já somam pelo menos R$ 403,2 bilhões e abrangem desde a
população mais vulnerável até setores da classe média e do empresariado.
Entre as principais iniciativas estão a retomada do Bolsa Família, com orçamento de R$ 158,6
bilhões, e o Farmácia Popular,
que conta com R$ 6 bilhões. O governo também incluiu o chamado “Gás do Povo”,
além de programas habitacionais como o Minha
Casa Minha Vida, voltados para ampliar o acesso à moradia.
A estratégia ainda contempla a classe média com medidas
como a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$
5 mil mensais, beneficiando cerca de 16 milhões de brasileiros. No entanto,
apesar de ser considerada uma das principais apostas do governo, a iniciativa
ainda não apresentou o impacto esperado na popularidade do presidente.
Além das políticas sociais, o pacote também mira o setor
produtivo, com programas como a Nova Indústria Brasil e o Brasil Soberano, que
buscam estimular o crédito e apoiar empresas afetadas pelo cenário
internacional.
Mesmo com o alcance expressivo — incluindo milhões de
beneficiários em programas como o Bolsa Família, FGTS e Pé-de-Meia —, aliados
do governo reconhecem que os resultados políticos das medidas ainda são
incertos. A avaliação é de que, até o momento, o volume de investimentos não se
traduziu diretamente em melhora significativa na percepção popular.
Com informações do Poder360
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