sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Definido os 16 clubes da segunda divisão da principal Liga Nacional de Futsal


A LNF Silver é a nova e importante divisão de acesso do futsal brasileiro, criada pela Liga Nacional de Futsal (LNF) e que faz sua primeira edição na temporada 2026.

A LNF Silver foi lançada oficialmente como segunda divisão da LNF, funcionando como um campeonato de acesso à elite do futsal (agora chamada de LNF Gold).

Essa mudança está sendo implementada a partir de 2026 e representa um marco no calendário do futsal nacional, criando um sistema de promoção e rebaixamento entre as divisões.

A principal ideia da LNF Silver é:
Estimular a profissionalização de times menores ou emergentes;
Fortalecer o futsal fora dos centros tradicionais, com times de diferentes regiões.

Formato da competição:
A LNF Silver conta com 16 equipes na temporada inaugural. A disputa tem fase de pontos corridos e mata-mata de playoffs, com os times classificados entre os melhores avançando às fases decisivas.

Os finalistas garantem acesso direto à LNF Gold, enquanto o terceiro colocado disputa uma vaga extra em confronto de acesso/descenso com o 14° colocado da elite.

Além disso, existe a Copa LNF, torneio eliminatório que reúne clubes das duas divisões em confrontos únicos, aproximando as equipes da Silver dos grandes duelos contra clubes tradicionais da Gold.

Os 16 participantes da edição de 2026 vêm de 10 estados brasileiros, abrangendo diversas regiões, incluindo Nordeste, Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Isso dobra o número de estados representados em comparação ao formato anterior da LNF.

A primeira temporada da LNF Silver está programada para começar no início de abril de 2026.

Fonte: UGE Futsal

Quando o ciúme vira um problema


O ciúme é um sentimento complexo e, em certa medida, natural nas relações humanas. Ele pode surgir do medo de perder alguém que amamos ou da insegurança em relação ao nosso próprio valor. No entanto, quando o ciúme se torna excessivo e irracional, ele deixa de ser um mero sentimento e se transforma em um problema sério, capaz de destruir relacionamentos e causar grande sofrimento.

A Linha Tênue entre o Normal e o Patológico

É importante distinguir o ciúme "normal" do ciúme patológico. Um ciúme pontual, que surge em situações específicas de ameaça percebida e que é rapidamente superado com diálogo e confiança, pode até ser visto como um sinal de que a pessoa se importa. Contudo, o ciúme patológico é caracterizado por:

Desconfiança constante e infundada: A pessoa ciumenta vive em estado de alerta, buscando evidências de traição onde não existem. Mensagens no celular, horários de chegada, e até mesmo interações sociais inocentes são interpretadas como provas de infidelidade.

Controle excessivo: Há uma necessidade imperiosa de controlar a vida do parceiro, incluindo suas amizades, suas atividades e até mesmo suas redes sociais. Ligações e mensagens constantes, exigência de senhas e monitoramento de localização são comportamentos comuns.

Acusações e interrogatórios: A pessoa ciumenta frequentemente faz acusações sem provas, exigindo explicações detalhadas sobre cada passo do parceiro. As conversas se transformam em interrogatórios exaustivos e desgastantes.

Alterações de humor e agressividade: O ciúme pode desencadear crises de raiva, irritabilidade e até mesmo agressões verbais ou físicas. O relacionamento se torna um campo minado, onde qualquer pequena faísca pode gerar uma explosão.

Isolamento social: A pessoa ciumenta tenta afastar o parceiro de amigos e familiares, a fim de ter controle total sobre ele. Isso leva ao isolamento do indivíduo ciumento e da pessoa que sofre o ciúme.

Perda de autoestima: Tanto quem sente o ciúme patológico quanto quem o sofre podem ter sua autoestima severamente abalada. O ciumento se sente inadequado e inseguro, enquanto o outro pode internalizar as acusações e se sentir culpado ou indesejado.

As Raízes do Ciúme Excessivo

As causas do ciúme excessivo são variadas e complexas. Podem estar relacionadas a:

Insegurança e baixa autoestima: A pessoa que se sente incapaz ou não merecedora de amor tende a projetar seus medos no parceiro, acreditando que ele a abandonará.

Experiências passadas: Traumas de relacionamentos anteriores, como infidelidade, podem deixar cicatrizes profundas e gerar uma desconfiança generalizada.

Modelos familiares disfuncionais: Crescer em um ambiente onde o ciúme era uma dinâmica constante pode fazer com que a pessoa aprenda a replicar esse comportamento.

Transtornos de personalidade: Em alguns casos, o ciúme patológico pode ser um sintoma de transtornos de personalidade, como o transtorno borderline ou o transtorno delirante.

O Que Fazer Quando o Ciúme Vira um Problema?

Se você ou alguém que você conhece está sofrendo com o ciúme excessivo, é fundamental buscar ajuda.

Diálogo aberto e honesto: Em um primeiro momento, tentar conversar sobre o problema pode ser útil, mas é crucial que a conversa seja em um ambiente de calma e sem acusações.

Definição de limites: A pessoa que sofre o ciúme precisa estabelecer limites claros e não ceder a chantagens e manipulações.

Terapia individual: Para a pessoa que sente ciúme, a terapia pode ajudar a identificar as raízes do problema, trabalhar a insegurança e desenvolver mecanismos saudáveis para lidar com suas emoções.

Terapia de casal: Em alguns casos, a terapia de casal pode ser benéfica para que ambos os parceiros aprendam a se comunicar de forma eficaz, reconstruam a confiança e estabeleçam novas dinâmicas de relacionamento.

Buscar apoio externo: Amigos, familiares ou grupos de apoio podem oferecer suporte emocional e perspectiva para lidar com a situação.   sugar baby

O ciúme, quando descontrolado, é uma doença que mina a saúde de qualquer relação. Reconhecer os sinais e buscar ajuda profissional são os primeiros e mais importantes passos para resgatar a individualidade, a confiança e a felicidade em um relacionamento. Se o ciúme está prejudicando sua vida, não hesite em procurar auxílio. A jornada para um relacionamento saudável começa com a coragem de enfrentar o problema.

Fonte: Izabelly Mendes.

Corpo de Bombeiros confirma 62 mortes por chuvas em MG

O Corpo de Bombeiros confirmou 62 mortes causadas pelas chuvas que atingiram os municípios de Juiz de Fora e Ubá, em Minas Gerais. O balanço foi divulgado na noite de ontem, às 22h31, pelas prefeituras dos municípios e pela corporação. Juiz de Fora registrou 56 vítimas. Ubá teve 6 mortos.

Os temporais provocaram deslizamentos, soterramentos e desabamentos nas duas cidades mineiras. As equipes de resgate atenderam 83 chamados relacionados a soterramentos. As operações de busca e salvamento resgataram 239 pessoas com vida. As informações são do portal Poder360.

Nove pessoas permanecem desaparecidas. Sete são de Juiz de Fora. Duas são de Ubá.  O Corpo de Bombeiros divulgou inicialmente que o número de mortos havia chegado a 64. A corporação revisou a contagem para 62 ontem, depois da nova verificação dos dados. Os eventos começaram na terça-feira. Ubá não registrou novas vítimas desde a quarta-feira. Clique aqui e confira a matéria completa.


Reflexões sobre as resoluções do TSE para o pleito de 2026

Por Orlando Morais Neto*

A democracia constitucional não se sustenta apenas pela realização periódica de eleições. Ela exige condições materiais de participação, igualdade real de oportunidades e abertura efetiva dos espaços de poder. A Constituição de 1988 não consagrou um modelo meramente procedimental de democracia; instituiu um projeto normativo comprometido com dignidade, pluralismo e redução de desigualdades.

Nesse cenário, duas medidas previstas nas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2026 merecem análise mais profunda: o Programa “Cada Voto Importa”, que garante transporte gratuito a pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, e o aperfeiçoamento das regras de financiamento eleitoral voltadas à promoção da diversidade — especialmente para candidaturas indígenas, femininas e de pessoas negras.

À primeira vista, parecem ajustes técnicos. Contudo, examinadas à luz da tradição filosófica da democracia e dos princípios constitucionais brasileiros, revelam-se instrumentos de concretização do Estado Democrático de Direito (art. 1º, caput), da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III), da cidadania (art. 1º, II), do pluralismo político (art. 1º, V) e da igualdade material (art. 5º, caput).

O voto é a expressão direta da soberania popular (art. 14 c/c art. 1º, parágrafo único). Mas soberania popular não é conceito abstrato. Ela exige condições reais para se manifestar. Se barreiras físicas impedem determinados cidadãos de comparecer à urna, há uma limitação concreta da própria soberania.

Aristoteles, na Política, afirmava que o regime democrático pressupõe a participação dos cidadãos na deliberação e na decisão. Para ele, a cidadania se realiza no exercício ativo das funções políticas. Uma democracia que exclui, ainda que por obstáculos práticos, compromete sua própria essência.

O transporte gratuito especial opera justamente nesse ponto. Ele concretiza o princípio da igualdade material, reconhecendo que tratar igualmente os desiguais perpetua a desigualdade. Ao remover barreiras de mobilidade, o Estado não concede privilégio; cumpre o dever constitucional de garantir condições equivalentes de participação.

Rousseau, ao sustentar que a soberania reside no povo enquanto vontade geral, advertia que a legitimidade do pacto político depende da participação efetiva dos cidadãos. Uma vontade geral que exclui parcelas da população por impedimentos materiais deixa de ser verdadeiramente geral.

Sob a perspectiva kantiana, a dignidade da pessoa humana impõe que cada indivíduo seja tratado como fim em si mesmo, jamais como meio. Garantir que a pessoa com deficiência possa exercer seu direito político é reconhecer sua autonomia moral e sua condição de sujeito de direitos plenos.

A Constituição de 1988, ao incorporar a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência com status constitucional, reforçou o dever de acessibilidade e inclusão. O princípio da máxima efetividade dos direitos fundamentais exige que o direito ao voto produza seus efeitos concretos. O transporte especial, portanto, não é política assistencial; é política de concretização de direitos.

Se o transporte especial atua no plano do acesso ao voto, as regras de financiamento com foco na diversidade atuam no plano do acesso à representação.

Montesquieu advertia que as instituições devem ser organizadas de modo a preservar o equilíbrio e evitar concentrações indevidas de poder. Em sociedades marcadas por desigualdades estruturais, o financiamento eleitoral pode se transformar em mecanismo de reprodução de elites políticas homogêneas.

A democracia representativa moderna, como descreveu Alexis de Tocqueville, depende da inclusão de múltiplas vozes e da vitalidade associativa da sociedade. Quando determinados grupos permanecem sistematicamente sub-representados, a democracia se empobrece e perde legitimidade social.

A distribuição proporcional de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha para candidaturas indígenas, bem como os incentivos para candidaturas femininas e de pessoas negras, não configuram privilégio. São instrumentos de realização do princípio da igualdade substancial e da promoção do bem de todos, sem preconceitos ou discriminações (art. 3º, IV).

John Rawls, ao formular o princípio da diferença, sustentou que desigualdades só são justificáveis se beneficiarem os menos favorecidos. Embora situado em contexto filosófico distinto, o raciocínio ilumina a necessidade de políticas institucionais que corrijam desvantagens estruturais no acesso à competição política.

Hannah Arendt, por sua vez, via a política como espaço de aparecimento, onde indivíduos se revelam na pluralidade. Se determinados grupos não conseguem acessar esse espaço em condições minimamente equitativas, há empobrecimento do próprio espaço público.

O pluralismo político, fundamento da República (art. 1º, V), não é apenas coexistência formal de partidos. É reconhecimento da diversidade social dentro das estruturas de poder. A democracia constitucional exige que o Parlamento e os demais espaços decisórios reflitam, ainda que imperfeitamente, a complexidade da sociedade.

A Constituição de 1988 adotou um modelo de democracia substancial. O art. 3º estabelece como objetivos fundamentais a construção de uma sociedade livre, justa e solidária e a redução das desigualdades sociais. Tais objetivos não são meras declarações programáticas; orientam a interpretação e a aplicação das normas eleitorais.

O princípio republicano pressupõe que o poder não seja apropriado por grupos restritos. A concentração reiterada de representação em segmentos socialmente homogêneos compromete a ideia de governo do povo.

A igualdade material autoriza diferenciações normativas quando destinadas a corrigir desigualdades fáticas. Essa compreensão não é incompatível com a liberdade partidária (art. 17), mas a conforma aos princípios constitucionais superiores.

Habermas, ao tratar da democracia deliberativa, destacou que a legitimidade das decisões políticas depende da inclusão simétrica dos participantes no processo discursivo. Quanto mais inclusivo o sistema, maior sua legitimidade normativa.

A democracia não é apenas técnica de escolha; é projeto moral fundado na dignidade e na igualdade. Aristóteles já advertia que a justiça distributiva exige tratar desigualmente os desiguais na medida de suas desigualdades. A Constituição brasileira incorporou essa visão ao privilegiar a igualdade substancial.

Ao remover barreiras físicas ao voto e reduzir barreiras estruturais à candidatura, as resoluções do TSE para 2026 densificam princípios constitucionais centrais: dignidade da pessoa humana, soberania popular, cidadania, pluralismo político, igualdade material e redução das desigualdades.

Não se trata de inovação ideológica, mas de fidelidade ao texto constitucional e à tradição filosófica que compreende a política como espaço de realização da liberdade humana.

Democracia é direito de votar e direito de ser votado. É autonomia individual e reconhecimento coletivo. É igualdade formal e material. Ao atuar nesses dois planos — acesso à urna e acesso à representação — as medidas para 2026 reafirmam a promessa constitucional de que o poder emana do povo em sua pluralidade concreta, e não de uma abstração excludente.

Como lembrava Rousseau, a liberdade consiste em obedecer à lei que se deu a si mesmo. Mas essa lei só é verdadeiramente legítima quando todos têm condições reais de participar de sua formação. A democracia brasileira, ao fortalecer inclusão e pluralismo, aproxima-se dessa exigência moral e constitucional.

*Procurador municipal e advogado

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

D’gust Açaíteria e Hamburgueria fortalece o empreendedorismo local ao aderir à REDE BEN+


Apodi, RN – Em um importante movimento de fortalecimento da economia local e incentivo ao crescimento dos pequenos negócios, a D’gust Açaíteria e Hamburgueria anunciou oficialmente sua adesão ao programa REDE BEN+, consolidando-se como mais uma empresa comprometida com o desenvolvimento econômico de Apodi e da região Oeste potiguar.

A iniciativa, lançada com o objetivo de conectar empresas, profissionais liberais e microempreendedores em um ecossistema colaborativo de crescimento, tem ganhado força desde sua criação e já conta com a participação de mais de 25 instituições e entidades parceiras, além de mais de 100 empresas que ofertam descontos exclusivos aos consumidores, criando uma verdadeira cadeia de mais de 8.000 potenciais clientes engajados.

Uma união estratégica para fortalecer negócios

Segundo o presidente da Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA/ACEMOP) e idealizador da REDE BEN+, Marcello Bernardo Pereira Gomes, a adesão de novos empreendimentos como a D’gust representa um passo importante para ampliar o alcance do programa e fomentar a economia local.

“A REDE BEN+ é mais do que um programa de benefícios: é um verdadeiro movimento de desenvolvimento econômico sustentável. Ao integrarmos empresas de diferentes segmentos, criamos um ambiente colaborativo que gera oportunidades reais de crescimento, visibilidade e fortalecimento para nossos empreendedores”, afirmou Marcello.

“A entrada da D’gust ao nosso ecossistema é uma conquista significativa, pois ela representa um setor de serviços que atrai público diverso e engajado. Essa união fortalece ainda mais nossa missão de transformar o tecido econômico de Apodi e região Oeste”, completou.

O que a adesão representa para a D’gust

Para a equipe da D’gust Açaíteria e Hamburgueria, a integração à REDE BEN+ é vista como uma oportunidade de ampliar ainda mais o relacionamento com a comunidade local e oferecer vantagens concretas para seus clientes.

Ao fazer parte da rede, a D’gust passa a oferecer descontos exclusivos, participar de ações conjuntas de marketing e estar inserida em um programa reconhecido por impulsionar negócios e aproximar marcas de consumidores que valorizam qualidade, inovação e engajamento comunitário.

Uma rede que transforma o empreendedorismo regional

A REDE BEN+ tem se destacado por reunir empresas de variados setores — comércio, serviços, gastronomia, saúde, beleza, tecnologia e muito mais — fortalecendo uma rede de vantagens que beneficia tanto os empreendedores quanto os consumidores. Com mais de 25 instituições parceiras, o programa já se consolidou como referência em desenvolvimento econômico local e regional, promovendo:

📌 Visibilidade ampliada para as empresas afiliadas
📌 Promoções e descontos exclusivos para membros da rede
📌 Ações colaborativas de marketing e eventos comunitários
📌 Integração entre o comércio local, consumidores e instituições públicas e privadas.

Convite às empresas e empreendedores

Diante deste cenário de transformação e oportunidades, a ACEMA e a coordenação da REDE BEN+ estendem um convite especial a empresas, profissionais liberais, micro e pequenos empreendedores de Apodi e região Oeste:

Venham fazer parte do maior programa de desenvolvimento econômico da nossa região!

Ao aderirem à REDE BEN+, os negócios ganham acesso a uma rede estruturada de parcerias, potencial de crescimento, visibilidade ampliada e, especialmente, a chance de estabelecer conexões duradouras com mais de 8.000 potenciais consumidores que já participam do movimento.

Não perca a oportunidade de acelerar seu empreendimento, fortalecer sua marca e fazer parte de uma comunidade empresarial que cresce junta. A REDE BEN+ está de portas abertas para você!

Amor e carreira: equilibrando sonhos individuais

Conciliar o amor e a carreira é um dos maiores desafios da vida adulta moderna. Em um mundo cada vez mais competitivo, onde o sucesso profissional exige tempo, foco e energia, equilibrar esses compromissos com a dedicação emocional de um relacionamento pode parecer uma tarefa difícil. No entanto, quando há diálogo, compreensão e apoio mútuo, é possível crescer juntos — sem que um lado precise anular o outro.

O primeiro passo é entender que amor e carreira não precisam competir entre si. Ambos são partes importantes da vida e, quando bem administrados, podem se complementar. Um relacionamento saudável deve ser fonte de apoio e inspiração, e não de culpa ou cobrança. Quando o parceiro entende e valoriza a importância dos objetivos profissionais do outro, o vínculo se fortalece e a relação se torna mais madura.

Por outro lado, é fundamental reconhecer que o equilíbrio não acontece automaticamente. Ele precisa ser construído com paciência e diálogo constante. Isso envolve alinhar expectativas, dividir responsabilidades domésticas e respeitar os momentos em que um dos dois precisa se dedicar mais à vida profissional. Assim, o casal evita ressentimentos e mantém a harmonia mesmo em períodos de maior exigência no trabalho.

Outro ponto importante é o respeito à individualidade. Cada pessoa tem seu ritmo, suas ambições e sua forma de lidar com a carreira. Apoiar o parceiro não significa abrir mão dos próprios sonhos, mas sim encontrar um ponto de equilíbrio entre o “nós” e o “eu”. Um relacionamento equilibrado é aquele em que ambos crescem — emocional e profissionalmente — sem que um precise se reduzir para que o outro brilhe.

É igualmente essencial reservar tempo de qualidade para o casal. Pequenos gestos, como um jantar sem celulares, um final de semana juntos ou uma simples caminhada no fim do dia, ajudam a reconectar e a manter a intimidade emocional. O tempo compartilhado precisa ser intencional: estar presente de corpo e alma é o que diferencia a convivência de conexão.

A empatia também é uma grande aliada. Em períodos de estresse ou pressão no trabalho, o parceiro pode oferecer apoio, compreensão e palavras de encorajamento. Da mesma forma, reconhecer o esforço e as conquistas um do outro reforça a admiração mútua e fortalece a parceria. Celebrar vitórias — mesmo as pequenas — é uma forma de lembrar que o sucesso de um é também motivo de alegria para o outro.

Em alguns casos, será necessário fazer concessões. O equilíbrio entre amor e carreira exige flexibilidade, e isso pode significar abrir mão de algo temporariamente ou negociar prioridades. O segredo está em manter a clareza emocional e o respeito mútuo, garantindo que as decisões sejam tomadas em conjunto, com transparência e diálogo.          sugar baby

Em resumo, equilibrar amor e carreira não é um ato de sacrifício, mas de parceria. É sobre construir uma relação em que ambos se sintam apoiados, admirados e livres para perseguir seus sonhos. O casal que aprende a crescer lado a lado, sem competição ou cobranças excessivas, transforma a relação em um verdadeiro time — onde o sucesso de um é motivo de orgulho para o outro, e onde o amor se fortalece mesmo diante das maiores ambições.

Fonte: Izabelly Mendes.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Prefeito Sabino cumpre agenda administrativa em Brasília


O prefeito Sabino está em Brasília cumprindo uma importante agenda administrativa, participando de mobilizações e reuniões estratégicas em defesa dos municípios brasileiros.

A pauta é clara e urgente: união dos gestores municipais contra propostas que ameaçam a sustentabilidade fiscal das cidades. O objetivo é garantir equilíbrio nas contas públicas, assegurando que os serviços essenciais continuem chegando à população com qualidade e responsabilidade. Cuidar das finanças do município é garantir que a cidade continue avançando.

Durante a mobilização, o prefeito reforçou o compromisso com o municipalismo e a luta por mais autonomia para as cidades. “É no município que a vida das pessoas acontece. É aqui que os recursos precisam chegar com mais força e responsabilidade”, destacou.

Dando sequência à agenda na capital federal, Sabino também participou de uma reunião produtiva no gabinete da deputada federal Carla Dickson, onde discutiu novos projetos, investimentos e ações concretas para fortalecer o desenvolvimento do município.

Na ocasião, o prefeito apresentou demandas prioritárias nas áreas de infraestrutura, crescimento econômico e melhoria dos serviços públicos. Ele também agradeceu pela emenda destinada à UBS do Bico Torto, que será entregue em breve, ampliando o acesso à saúde e garantindo mais dignidade para a comunidade.

A gestão municipal segue firme, buscando parcerias, recursos e soluções que garantam mais desenvolvimento, equilíbrio fiscal e qualidade de vida para a população.

Fonte: Assessoria de comunicação da PMA

Lamparina Pizzaria adere à REDE BEN+


A REDE BEN+, maior programa de fomento à economia local e regional do Oeste Potiguar, segue ampliando sua rede de parceiros e fortalecendo os benefícios ofertados aos seus membros. Desta vez, quem passa a integrar oficialmente o projeto é a Lamparina Pizzaria, empreendimento que se destaca pela qualidade, sabor e forte presença no cenário gastronômico da região.

Com a adesão, a Lamparina Pizzaria passa a conceder descontos exclusivos para todos os filiados, associados, membros, parceiros e demais beneficiários das 22 entidades que compõem a REDE BEN+, desde que estejam em dia com suas anuidades, mensalidades ou critérios estabelecidos pelas entidades participantes.

A entrada da Lamparina Pizzaria reforça a diversidade de segmentos que integram a REDE BEN+, que atualmente conta com mais de 8.000 membros consumidores ativos e quase 100 empresas credenciadas, formando um sólido ecossistema de vantagens, estímulo ao consumo local e fortalecimento da economia regional.

O setor de alimentação possui papel estratégico dentro da REDE BEN+, por promover conexão direta e recorrente entre empresas e consumidores. Nesse contexto, a adesão da Lamparina Pizzaria amplia as opções gastronômicas disponíveis com benefícios exclusivos, ao mesmo tempo em que fortalece o compromisso do projeto com o desenvolvimento dos negócios locais.

O proprietário e empresário Querino destacou a importância de integrar a iniciativa e a confiança depositada no projeto:

“Acreditamos na força do associativismo e na importância de iniciativas que realmente geram benefícios para as pessoas e para as empresas. A REDE BEN+ é um projeto consolidado, sério e que movimenta a economia local. Para nós, da Lamparina Pizzaria, é uma satisfação fazer parte dessa rede e contribuir oferecendo vantagens exclusivas aos seus membros.”

Para o idealizador da REDE BEN+ e atual presidente da Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA), Marcello Bernardo, cada nova adesão reafirma a credibilidade e o alcance do programa:

“A REDE BEN+ cresce porque entrega resultados concretos. A adesão da Lamparina Pizzaria demonstra a confiança dos empreendedores locais no projeto e fortalece ainda mais nosso portfólio no segmento de alimentação. Seguimos firmes no propósito de gerar benefícios, movimentar a economia e valorizar quem empreende na nossa região.”

Com novas parcerias e uma rede em constante expansão, a REDE BEN+ consolida-se como um modelo inovador de integração entre entidades, empresas e consumidores, promovendo descontos exclusivos, incentivando o consumo local e contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento econômico regional.


Ministério Público de Apodi RN pede afastamento de ex-prefeito André Júnior do cargo de secretário


O Ministério Público estadual representado pelo promotor Dr. Frederico Augusto Pires Zélaia, da primeira promotoria de justiça da comarca de Apodi-RN, deu parecer favorável a liminar na Ação popular movida pelo vereador Adriano Lucena (Adriano da Ambulância) do SD, que pede o afastamento do ex- prefeito Dr. André Júnior- PP do cargo de Secretária Chefe do Gabinete Civil do município de Itaú-RN. 

O ex-prefeito está com os direitos políticos suspensos pelo TRE-RN, e perdeu o cargo num processo de cassação por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2024. E sem querer largar o poder, assim que deixou o cargo de prefeito, foi nomeado secretário pelo prefeito interino Fernandes Melo-UB, seu aliado. 

O MP classificou a ação como "um desvio de finalidade " e "um verdadeiro deboche" e disse em seu parecer "é uma forma ardilosa de perpetuação do controle político e administrativo do município nas mãos de quem acaba de ser extirpado da prefeitura pela via judicial. Trata-se de ardilosa instrumentalização da máquina pública para acomodar um ex-gestor recém condenado frustrando a senadora do acórdão eleitoral". E ainda, o promotor diz a justiça que deu parecer favorável ao afastamento, e proibido qualquer participação do ex-prefeito em eventos da gestão municipal.

O processo tramita na primeira vara da comarca de Apodi-RN, onde o município de Itaú-RN é vinculado, sob o número 0800351-87.2026. 8.20.5112, e tem como impetrantes os advogados Dr. Ruberto Pessoa Brasil e Dr. Gustavo. Souza Araújo.

Eu vi no blog do João Moracir.

Piso nacional do magistério 2026 já está em vigor e estados, municípios e União que pagarem abaixo do mínimo podem sofrer ação judicial, alerta especialista

Reajuste anual previsto na Lei nº 11.738/2008 elevou o salário base do professor da rede pública para R$ 5.130,63 em 2026; diferenças devem ser pagas retroativamente, explica a advogada Mylena Leite Ângelo

O novo piso salarial nacional do magistério já está em vigor em todo o país e deve ser aplicado obrigatoriamente por estados, municípios e Distrito Federal desde 1º de janeiro de 2026. O valor mínimo para professores da educação básica com jornada de 40 horas semanais passou a ser de R$ 5.130,63, conforme a atualização anual prevista na Lei do Piso do Magistério.

Criado para garantir uma remuneração mínima nacional aos profissionais da educação pública, o piso possui natureza vinculante. Isso significa que nenhum ente federativo pode fixar vencimento básico abaixo do valor estabelecido pelo governo federal, ainda que enfrente dificuldades orçamentárias.

De acordo com a advogada Mylena Leite Ângelo, especialista em Direito do Servidor Público e fundadora do escritório Mylena Leite Advocacia, o reajuste produz efeitos financeiros desde o primeiro dia do ano, mesmo que a atualização local da folha ocorra meses depois.

“O piso tem aplicação imediata. Se o estado ou município só implantar o novo valor em fevereiro, março ou abril, por exemplo, continua obrigado a pagar as diferenças retroativas a janeiro. O servidor não pode absorver esse atraso”, explica.

Segundo ela, o pagamento abaixo do mínimo legal pode gerar passivo administrativo e judicial para o gestor público. “Quando o vencimento básico fica inferior ao piso nacional, há violação direta da lei federal. O professor pode requerer a regularização administrativamente e, se necessário, buscar a Justiça para receber os valores atrasados, com correção monetária.”

A legislação determina que o piso seja aplicado ao vencimento inicial da carreira, servindo como base para toda a estrutura remuneratória. Planos de cargos, gratificações ou complementações não podem ser utilizados para mascarar o cumprimento da regra.

Na prática, a medida impacta milhões de docentes das redes públicas municipais e estaduais, especialmente em cidades de pequeno e médio porte, onde historicamente o salário-base costuma ficar abaixo do mínimo nacional. Especialistas apontam que a atualização anual também funciona como instrumento de valorização profissional e de redução das desigualdades regionais na educação.

Para a advogada, o momento é de atenção redobrada. “Professor da rede pública precisa conferir o contracheque e verificar se o vencimento base respeita o piso nacional. Caso contrário, é possível exigir a adequação e o pagamento das diferenças. Trata-se de um direito garantido por lei.”

Para mais informações sobre direitos do magistério público, cálculo do piso e obrigações legais, Dra. Mylena Leite Ângelo disponibiliza conteúdos explicativos em seu perfil no Instagram: @mylenaleiteadvocacia

Sobre a especialista

Mylena Leite Ângelo é advogada especialista em Direito do Servidor Público e está à frente do escritório Mylena Leite Advocacia. Fundado em 2012, o escritório atua nacionalmente com sede no Rio Grande do Norte. Com mais de 40 colaboradores e uma carteira superior a 15 mil clientes, já recuperou mais de R$ 100 milhões em direitos para profissionais da saúde e servidores públicos. Embora seja referência no Direitos dos Servidores públicos na área de educação e saúde, também atua nas áreas trabalhista, previdenciária e administrativa.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Adutora Apodi-Mossoró: água já está integrada ao sistema de abastecimento da segunda maior cidade do Estado

Nesta primeira etapa, bairros diretamente beneficiados recebem água pelo novo sistema

Adutora jorrando durantes testes. Foto: Marcondes Cardoso/Caern

Bela Vista, Cidade Nova, Conjuntos Mossoró I, II e III, setor do shopping, Dix-sept Rosado, Bom Pastor e parte do Abolição III, em Mossoró, já recebem água pelo novo sistema adutor Apodi-Mossoró. Neste primeiro momento, o volume de água que chega à segunda maior cidade do Estado é de 300 mil litros por hora. O Governo do Estado, por meio da Caern, está investindo R$ 90 milhões nesta fase da obra.

A equipe da Caern vem acompanhando diariamente este envio de água e a resposta é considerada excelente no abastecimento. Havendo necessidade de intervir em situações pontuais, quando necessário, a equipe irá atuar.

PRÓXIMAS ETAPAS EM APODI

A Estação Elevatória de Água III juntamente com reservatório, construídos às margens da BR-405, estão com obras civis em 50%. Após a conclusão destes, será feita a instalação hidráulica de equipamentos e urbanização. O reservatório vai acumular água produzida pelos poços do Sítio Carrasco e os conjuntos motobombas impulsionam a água para que ela percorra a tubulação da adutora.  A previsão é que este equipamento esteja operando em junho. Uma outra Estação Elevatória de Água também está com obras em andamento, às margens da BR-405.

RESERVATÓRIO DO BELA VISTA EM MOSSORÓ

O Reservatório do Bela Vista também está com obras civis adiantadas. As duas câmaras para armazenamento de água estão prontas. Nos próximos meses será feito o trabalho de impermeabilização e instalação de equipamentos. O reservatório terá a capacidade de acumular cinco milhões de litros de água.

INTERLIGAÇÕES DE TUBOS

Também serão executadas tubulações para levar água para os reservatórios dos bairros Abolições I, Santo Antônio, Nova Betânia e o reservatório central, localizado em frente ao Hospital Wilson Rosado. Está previsto também uma interligação para levar água ao Aeroporto, região da Quixabeirinha.

CAPACIDADE PLENA

O sistema adutor Apodi-Mossoró estará funcionando com sua capacidade total no mês de junho. Com a entrada em operação do complexo da Estação Elevatória de Água na BR-405 e o reservatório do Bairro Bela Vista. Até junho, gradativamente, o sistema atingirá sua capacidade plena que é 1,1 milhão de litros de água por hora. Com estes equipamentos funcionando, também será possível, que os sete poços, que já estão prontos no Sítio Carrasco, operem ao mesmo tempo.

Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, ontem, que verbas de caráter indenizatório, os chamados penduricalhos, somente podem ser pagas a integrantes do Poder Judiciário e do Ministério Público quando estiverem previstas em lei aprovada pelo Congresso Nacional.

A decisão também define que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devem se restringir à regulamentação do que já estiver previsto em lei, com indicação clara da base de cálculo, do percentual aplicado e do limite máximo do benefício. As informações são do portal G1.

Por meio de liminar, o ministro firmou um prazo de 60 dias para que tribunais e Ministérios Públicos estaduais interrompam o pagamento dos penduricalhos com fundamento em leis estaduais.

Também deu 45 dias para que sejam suspensos os pagamentos instituídos por decisões administrativas ou por atos normativos secundários.

“O pagamento de quaisquer verbas, após os prazos acima assinalados, em desconformidade com a presente decisão consubstanciará ato atentatório à dignidade da justiça e deverá ser apurado no âmbito administrativo-disciplinar e penal, sem prejuízo do dever de devolução de tais valores”, afirmou.

Ainda na decisão, Mendes aponta um “enorme desequilíbrio” nos “penduricalhos”.

Ele lembra que a Constituição determina que os magistrados recebam 90% do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que é o teto do funcionalismo público. Por isso, quando há aumento no salário dos ministros da Corte, esse reajuste impacta automaticamente a remuneração dos juízes.

De acordo com o relator, essa regra foi criada para garantir a independência do Judiciário, evitando que a definição dos salários da magistratura dependa de decisões políticas tomadas nos estados.

Nesse contexto, o ministro argumenta que não é compatível com o caráter nacional e com o princípio da isonomia do Judiciário permitir que cada tribunal crie, por decisão administrativa, ato interno ou projeto de lei estadual, novas verbas indenizatórias para seus membros.

Mendes também destacou a dificuldade em fiscalizar a criação dessas verbas, o que, na avaliação dele, reforça a necessidade de uma regra única em todo o país.

A decisão de Mendes segue a mesma linha dos atos do ministro Flávio Dino. No início de fevereiro, Dino determinou que os Três Poderes revisem e suspendam os “penduricalhos” ilegais do serviço público, isto é, sem fundamento legal específico.

Nesta quinta (19), Dino determinou proibiu da publicação de atos ou novas leis na tentativa de garantir os “penduricalhos”.

RN tem o 2º maior gasto com sistema de Justiça no Nordeste, aponta estudo

Tribunal de Justiça concentra maior fatia dos recursos, folha consome mais da metade do orçamento e sistema ainda recebeu R$ 116 milhões em créditos adicionais ao longo de 2024

Sede TJRN - Foto: José Aldenir/Agora RN

O Rio Grande do Norte destinou R$ 1,7 bilhão para o sistema de Justiça em 2024. O valor representa 9% de todo o orçamento estadual daquele ano, o que coloca o RN com o 2º maior percentual do Nordeste, atrás apenas da Paraíba, que reservou R$ 2,1 bilhões para o sistema de Justiça, o equivalente a 10,5%.

Os dados fazem parte do relatório Justiça e Orçamento nos Estados – 2026, elaborado pela Plataforma Justa e divulgado nesta segunda-feira 23. Os dados de 2024 são os últimos disponíveis.

No conjunto dos estados analisados, o total com o sistema de Justiça em 2024 chegou a R$ 93,2 bilhões. Do gasto do Rio Grande do Norte (R$ 1,7 bilhão), R$ 1,2 bilhão foi destinado ao Tribunal de Justiça, enquanto R$ 400 milhões foram para o Ministério Público e R$ 100 milhões cobriram as despesas da Defensoria Pública.

Segundo o relatório, a verba destinada ao TJRN é superior à soma dos orçamentos de 12 áreas do Executivo do Estado: gestão ambiental (R$ 270 milhões), agricultura (R$ 169 milhões), assistência social (R$ 164 milhões), cultura (R$ 69 milhões), comércio e serviços (R$ 47 milhões), comunicações (R$ 29 milhões), ciência e tecnologia (R$ 10 milhões), habitação (R$ 5 milhões), indústria (R$ 4 milhões), desporto e lazer, trabalho e energia (R$ 1 milhão, cada).

O estudo mostra que, nacionalmente, alguns estados chegam a comprometer mais de 10% do orçamento com o sistema de Justiça. Rondônia lidera no País, com 12,8%, seguido por Minas Gerais (11,5%) e Rio de Janeiro (11%).

Um dado que chama atenção é o peso das despesas com pessoal. No caso do Rio Grande do Norte, cerca de 61% do orçamento do sistema de Justiça é destinado às folhas de pagamento, segundo o relatório. Em valores absolutos, o RN gastou aproximadamente R$ 1 bilhão com folha de pagamento dentro do sistema de Justiça.

O MP é quem mais compromete o seu orçamento com despesa de pessoal: 71%. Em seguida, aparece a Defensoria, com 68%. O TJRN tem 57% do seu orçamento para pagar folha.

Esse padrão se repete nacionalmente. O relatório mostra que, na média dos estados analisados, 67% do gasto total com Justiça vai para salários e encargos. Em alguns estados, esse percentual ultrapassa 70%.

Isso significa que sobra uma parcela relativamente menor do orçamento para investimentos, infraestrutura, tecnologia e expansão de serviços.

Outro ponto abordado pelo estudo é a evolução dos gastos. Em 11 estados, o crescimento do orçamento do sistema de Justiça entre 2023 e 2024 foi maior do que o crescimento do orçamento geral do Estado. O relatório aponta que essa tendência pressiona as contas públicas, já que o aumento da Justiça cresce em ritmo superior ao das demais áreas do Executivo. No caso do RN, não há dados oficiais de 2023 para fazer a comparação.

Créditos adicionais

O levantamento também analisou os chamados créditos adicionais, que são recursos extras liberados pelo Executivo ao longo do ano além do valor originalmente previsto na lei orçamentária. Em 2024, as instituições de Justiça receberam R$ 4,3 bilhões em créditos adicionais em todo o País. Além disso, R$ 4,7 bilhões foram direcionados especificamente para complementar folhas de pagamento, segundo o estudo.

O relatório mostra que os Tribunais de Justiça são os que mais recebem créditos adicionais, em comparação com Ministérios Públicos e Defensorias. Entre os estados que mais receberam recursos extras estão Paraná, São Paulo, Pará, Bahia e Mato Grosso.

Ao longo de 2024, o sistema de Justiça do Rio Grande do Norte demandou 116 créditos adicionais. Ao todo, foram R$ 116 milhões além do que estava previsto no Orçamento, sendo R$ 98 milhões para o TJ, R$ 17 milhões para o MP e R$ 2 milhões para a Defensoria.

Além disso, outros 24 créditos foram para complementar folhas de pagamento. Foram R$ 24 milhões para o MP e R$ 9 milhões para a Defensoria. O TJRN não demandou créditos adicionais para essa finalidade.

A pesquisa ressalta ainda que, embora a abertura de créditos adicionais para a Justiça seja recorrente, o mesmo padrão não se repete necessariamente em outras áreas da administração pública.

No caso do Rio Grande do Norte, enquanto o sistema de Justiça consumiu mais recursos do que o originalmente previsto, outras áreas tiveram gastos inferiores ao estabelecido na lei orçamentária, como trabalho (-77%), energia (-70%) e indústria (-55%).

Sobre o estudo

O levantamento analisou os gastos dos estados com três instituições que compõem o sistema de Justiça: Tribunais de Justiça (TJ), Ministérios Públicos (MP) e Defensorias Públicas (DP).

Foram juntados dados de 22 estados e no Distrito Federal, considerando o exercício de 2024. Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí e Roraima não enviaram informações. Goiás e Santa Catarina encaminharam apenas dados parciais. No DF, a Justiça e o Ministério Público são financiados pela União.

GASTOS DO SISTEMA DE JUSTIÇA

  • Gasto total: R$ 1,7 bilhão
  • Percentual do orçamento estadual: 9%
  • Posição no Nordeste (proporcional): 2º lugar
  • Destinação por órgão: TJ: R$ 1,2 bilhão | MP: R$ 400 milhões | Defensoria: R$ 100 milhões
  • Despesa com folha (total): Cerca de R$ 1 bilhão
  • Percentual do orçamento da Justiça destinado a folha: 61%
  • Percentual da folha por órgão: MP: 71% | Defensoria: 68% | TJ: 57%
  • Créditos adicionais (total): R$ 116 milhões
  • Créditos adicionais por órgão: TJ: R$ 98 mi | MP: R$ 17 mi | Defensoria: R$ 2 mi
  • Créditos para complementar folha: MP: R$ 24 mi | Defensoria: R$ 9 mi
  • Áreas do Executivo que somadas ficam abaixo do orçamento do TJ: 12 áreas (como cultura, habitação, ciência e tecnologia, indústria, energia, trabalho, entre outras)

Desembargador potiguar teve o maior contracheque do Judiciário do País em janeiro

O desembargador Ibanez Monteiro da Silva, presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), teve em janeiro o maior rendimento entre todos os representantes dos judiciários estaduais do país. Um levantamento com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que o contracheque do potiguar alcançou R$ 384,5 mil no primeiro mês do ano, montante cerca de oito vezes superior ao teto constitucional do funcionalismo, de R$ 46,3 mil, equivalente ao subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o balanço do CNJ, que detalha os rendimentos de todo o Judiciário brasileiro — incluindo tribunais federais e as Justiças Militar e Eleitoral —, mais de 80% das remunerações descritas ficaram acima do teto constitucional. No caso do Judiciário potiguar, os dados de janeiro apontam que 100% dos magistrados, entre desembargadores e juízes, receberam acima dos R$ 46,3 mil, referência usada como limite máximo para o serviço público.

Entre os dez maiores rendimentos de todo o País em janeiro, o TJRN emplacou outro representante: o desembargador Amílcar Maia, com R$ 292 mil, que ficou no sexto lugar. Os valores elevados decorrem do acréscimo no contracheque de “direitos eventuais”, também chamados de “penduricalhos”, que somaram R$ 320,1 mil para Ibanez Monteiro e R$ 232 mil para Amílcar Maia.

Em geral, conta no contracheque dos magistrados valores como direitos pessoais (abono de permanência), indenizações legais (auxílio-alimentação) e direitos eventuais ou verbas indenizatórias, discriminadas como licenças compensatórias e gratificações por exercício cumulativo, gratificações natalinas, entre outros itens.

Somente com o pagamento destes direitos eventuais, que são alvo de questionamento do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), o Judiciário estadual somou R$ 16,7 milhões em janeiro, o que representa cerca de 60% de tudo o que foi recebido pelos magistrados no período. A folha do mês ficou em R$ 28,6 milhões, ao se considerar vencimentos básicos, indenizações e penduricalhos.

Ainda em janeiro, o vencimento médio de todos os magistrados potiguares foi de R$ 119 mil. Dos 240 contracheques do Judiciário estadual, apenas cinco não ultrapassaram a linha dos R$ 100 mil. O menor registro foi o do juiz Isaac Costa Soares de Lima, que atua em Caicó, com rendimento de R$ 57,7 mil.

Em 2025, a folha de pagamento total do ano passado foi de R$ 308 milhões. A média mensal ficou em R$ 160 mil. Para efeito de comparação, o rendimento médio mensal do presidente do TJRN foi de R$ 166 mil em 2025.

Em nota, o TJRN informou que o “salário do presidente da Corte está dentro do teto constitucional”.

Fonte: Agora RN

EUA: nova alíquota beneficia exportações do RN, mas cenário é de incertezas

No Rio Grande do Norte, vários setores, sobretudo os da pesca e do sal, foram afetados pelo tarifaço do governo de Donald Trump| Foto: Magnus Nascimento

As mudanças nas tarifas anunciadas pelo governo de Donald Trump irão beneficiar o Brasil, embora o cenário ainda seja de incertezas para os setores do RN afetados pelo chamado tarifaço. Na sexta-feira (20), o presidente americano fixou em 10% a nova tarifa global, elevando-a para 15% no dia seguinte, após a Suprema Corte dos EUA derrubar a taxação de 50% imposta a parceiros comerciais no ano passado. Um relatório da Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas de comércio internacional, aponta que, com a mudança, o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais.

Em seguida, a China (recuo de 7,1 pontos) e a Índia (queda de 5,6 pontos) serão os países mais beneficiados, conforme a análise. A previsão é de que a nova taxa entre em vigor nesta terça-feira (24), válida para todos os mercados que mantêm relações comerciais com os Estados Unidos.

Para o economista Ricardo Valério, a mudança vai trazer competitividade ao Brasil e, consequentemente, às exportações do Rio Grande do Norte, especialmente para setores ainda fortemente atingidos pelo tarifaço.


Ricardo Valério: economista| Foto: Adriano Abreu

“O Brasil já tinha conseguido alguns avanços, mas nós ainda tínhamos quase 44% das nossas exportações afetadas pela taxação de 50%. Com a alíquota de 15%, ao menos, não perdemos competitividade, uma vez que a nova tarifa será linear para todos os países. Um ponto é que essa nova medida é válida por 150 dias. Isso significa que, passado esse período, se Trump não encontrar outra saída, estaremos livres do tarifaço”, explicou o economista.

Para as exportações potiguares, argumenta Ricardo Valério, a mudança chega em boa hora para itens importantes da pauta, como pescado e sal marinho, que ficaram de fora das negociações que retiraram o tarifaço para alguns produtos em novembro do ano passado, e seguiam sob a taxação de 50%. “Agora, abre-se uma nova perspectiva para esses setores que vinham sofrendo muito”, fala o Ricardo Valério.

Arimar França Filho, presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do Rio Grande do Norte (Sindipesca-RN), reconhece que o Brasil será beneficiado, mas avalia que o sentimento que cerca o setor é de incerteza.

“Há um otimismo em alta, principalmente porque a situação da nossa cadeia está muito complicada, mas o setor todo ainda espera para saber o que vai acontecer, uma vez que a medida foi tomada recentemente. Nossos clientes não sabem muito bem o que vai acontecer”, destaca Arimar França.

Para Airton Torres, presidente do Sindicato das Indústrias de Extração de Sal do Estado do Rio Grande do Norte (Siesal-RN), a situação é de cautela. “A gente não sabe o que vai acontecer nesses 150 dias e também ainda não há um posicionamento dos nossos exportadores. Eu diria que o momento é de muita incerteza, porque a cadeia do sal trabalha com contratos longos e é exatamente essa a dificuldade: o setor está sem condições de tomar decisões de longo prazo”, comentou Airton Torres.

A imposição das tarifas de 15% foi adotada pelo governo dos EUA depois que a Suprema Corte do país derrubou, por 6 votos a 3, o chamado tarifaço. O governo brasileiro comemorou a mudança. “Mesmo com a alíquota de 15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns setores, como combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves, ela [a alíquota] zerou”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que acompanha com “atenção e cautela” os desdobramentos relacionados à decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos de derrubar as tarifas do presidente Donald Trump.

“Acompanhamos a decisão de hoje com atenção e cautela. O impacto de uma medida como essa no comércio brasileiro é significativo, tendo em vista a relevante parceria comercial entre Brasil e Estados Unidos”, disse Ricardo Alban, presidente da CNI, em nota.

Fonte: Tribuna do Norte


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Isadora Pompeo e Pagode Restaura são as atrações do Água Viva, em Apodi

A gestão do prefeito Sabino segue promovendo ações que fortalecem a fé, a cultura e a economia do município. E desta vez, a Prefeitura anuncia oficialmente a realização do Água Viva, um grande evento religioso que promete marcar a história de Apodi.

O evento será realizado no dia 22 de março, no Calçadão, reunindo a comunidade cristã em uma noite especial de louvor, adoração e celebração da fé. A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em valorizar as expressões religiosas e atender a um antigo sonho da classe evangélica local.

Entre as atrações confirmadas estão o Pagode Restaura, que evangeliza através da música com mensagens de fé e renovação, e a cantora Isadora Pompeo, uma das maiores referências da música gospel no Brasil, reconhecida nacionalmente por tocar milhares de corações com suas canções e testemunho.

Além de fortalecer a espiritualidade, o Água Viva também deve atrair visitantes de várias cidades da região, movimentando o comércio local e impulsionando a economia, consolidando Apodi como cidade preparada para grandes eventos.

A gestão do prefeito Sabino convida toda a população para viver esse momento histórico de fé, união e celebração.

Fonte: Assessoria de comunicação da CMA

Clima seco e salto em valor de subsídios vão disparar a conta de luz neste ano


Após ser o “vilão” da inflação no ano passado, o preço da energia elétrica deve voltar a pesar no bolso do brasileiro em 2026 e fechar o ano com uma alta acima da inflação. Consultorias e bancos preveem aumento de 5,1% a 7,95% neste ano diante de um cenário de reservatórios de hidrelétricas baixos, uso de térmicas e elevação de subsídios na conta de luz. Para 2026, estão previstos R$ 47,8 bilhões em subsídios ao setor elétrico pagos pelos consumidores, 17,7% mais que em 2025.

Na projeção da consultoria PSR, a tarifa de energia residencial deve subir quatro pontos percentuais acima da inflação, ou seja, na casa de 7,95% — analistas de mercado trabalham com IPCA, índice oficial de preços, de 3,95%, segundo dados do último boletim Focus. Algumas regiões do país podem ter reduções pontuais, enquanto outras podem registrar aumentos mais expressivos. As informações são do jornal O GLOBO.

— Os fatores que atuam para elevar a conta de luz são o custo de acionamento das térmicas, o risco hidrológico pago em contratos com hidrelétricas e o acionamento de bandeiras tarifárias. Todos tendem a se agravar em cenário hidrológico desfavorável e forte demanda, por exemplo, devido ao aumento da temperatura — diz o diretor-presidente da PSR, Luiz Augusto Barroso.


O cálculo da PSR considera os reajustes anuais dos preços cobrados pelas distribuidoras, impostos e encargos, além das bandeiras tarifárias. Estas estabelecem uma taxa extra a ser cobrada quando o sistema elétrico utiliza fontes de geração mais caras, como as usinas termelétricas. Isso costuma acontecer quando o nível de chuvas está baixo.

Há três cores de bandeira: verde, amarela e vermelha, com variações de custo para o consumidor. Entre junho e novembro do ano passado, ela ficou entre vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2, que representa o maior acréscimo à conta de luz. Hoje, está em vigor a bandeira verde, sem cobranças adicionais. A possibilidade do fenômeno El Niño, que aquece as águas do Pacífico, causando seca no Norte e Nordeste do Brasil, pode mudar esse cenário.

Efeito do El Niño
O economista-chefe do Banco BMG, Flávio Serrano, trabalha com projeção de 5,1% na conta de luz deste ano, ou seja, 1,15 ponto percentual acima da inflação prevista para 2026. Ele alerta, porém, que o clima será determinante para o preço da energia. No pior panorama, diz ele, a energia poderia registrar alta mais intensa:

— Estamos com os reservatórios abaixo da média histórica e existe a expectativa de passarmos do fenômeno La Niña para El Niño ao longo do ano, fato que aumenta a variabilidade dos cenários possíveis para as chuvas em 2026. A nossa projeção leva em consideração a hipótese de bandeira amarela em dezembro, mas se fecharmos em bandeira vermelha 2, a energia fecharia o ano com alta de cerca de 12%.

Na última reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), na quarta-feira, o colegiado destacou que as chuvas registradas neste início de ano vieram acima da média, o que contribuiu para um aumento nos níveis dos reservatórios das regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste.

Na última sexta, os níveis de armazenamento alcançaram 54,8% no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, 45% no Sul, 64,8% no Nordeste e 63,8% no Norte, resultando em um nível de volume considerado satisfatório no Sistema Interligado Nacional (SIN).

“O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ressaltou que irá manter o acompanhamento da evolução do período chuvoso e das condições hidrológicas e de armazenamento, especialmente na bacia do Rio Paraná e na Região Sul, com enfoque na estratégia de redução da inflexibilidade hidráulica no SIN, que visa recuperar os armazenamentos dos reservatórios de hidrelétricas”, disse o Ministério de Minas e Energia.

Ainda assim, os especialistas avaliam que essa situação pode mudar em alguns meses, quando começa o período seco, levando o ONS a ter de acionar mais térmicas.

Outro ponto que pesa na conta de luz é a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), um superfundo que cobre os subsídios do setor elétrico. Esses valores são pagos principalmente pelos consumidores por meio das tarifas de energia. Para 2026, estão previstos R$ 47,8 bilhões em subsídios. Esse fundo financia, por exemplo, descontos concedidos a pessoas de baixa renda, famílias em área rural e irrigantes — unidades de consumo que utilizam energia elétrica exclusivamente para irrigação ou aquicultura.

Levantamento da Associação dos Comercializadores de Energia (Abraceel) mostra que a alta do preço da tarifa de energia acima da inflação é um fenômeno que vem sendo observado na última década. Nos últimos 15 anos, o preço da conta de luz aumentou em 177%, para uma inflação que avançou 122% no período.

No ano passado, energia elétrica residencial subiu 12,31%, segundo o IBGE. Foi o subitem de maior impacto individual no IPCA, que fechou 2025 em 4,26%. O aumento só não foi maior porque o governo aplicou R$ 2,2 bilhões em descontos na tarifa a partir de um bônus da Usina Hidrelétrica de Itaipu. Considerando apenas o megawatt-hora, o custo de energia atingiu R$ 786,76, o maior desde 2011, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica.

— O aumento dos preços de energia impacta negativamente os custos de produção e aumenta o custo de vida das famílias — ressalta Serrano.

Oferta maior que demanda
Uma das formas que o governo tem para minimizar esse impacto é usar a receita obtida com a renovação de contratos de concessões do setor para conceder abatimentos aos consumidores.

— Os fatores que podem reduzir a tarifa são de duas naturezas. Uma delas é de mercado, mais chuvas, menor demanda e maior produção (de fonte) renovável. O governo também possui uma ferramenta importante que pode ajudar a atenuar esses aumentos, que é a arrecadação oriunda da renovação antecipada das concessões de geração que expiram nos próximos anos. Esta receita, caso obtida, reduziria a CDE e, portanto, as tarifas — afirma Barroso, da PSR.

O aumento da conta de luz ocorre, ironicamente, num momento em que o Brasil tem excesso de energia, com capacidade de geração do sistema elétrico maior do que a demanda. Esse descasamento leva a cortes na produção de fontes renováveis, como solar e eólica, pelo ONS. A medida evita sobrecargas que possam gerar apagões.

Para manter o equilíbrio do sistema, o ONS interrompe preferencialmente parques eólicos e solares, causando perdas financeiras para as empresas, mesmo em meio à alta da energia. No ano passado, o sistema elétrico brasileiro descartou cerca de 20% de toda a energia solar e eólica que poderia ter sido gerada, segundo cálculos da consultoria Volt Robotics. Esses cortes de geração levaram a um prejuízo de R$ 6,5 bilhões aos empreendimentos.

Fonte: Blog do Magno Martins

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domingo, 22 de fevereiro de 2026

REVISTA VEJA: Fachin anula investigação da Polícia Federal sobre Toffoli e grupo Master

Foto: Fellipe Sampaio/STF

Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, anulou e remeteu ao arquivo a investigação sobre o juiz José Antonio Dias Toffoli. A informação é da coluna de José Casado, da revista Veja.

O presidente do STF era relator da ação de Arguição de Suspeição de Toffoli no caso Master — o processo “AS 244”, classificado como “sigiloso”. A decisão é definitiva, sem possibilidade de recurso, e foi tomada neste sábado (21/2).

Toffoli renunciou à relatoria do caso Master sob pressão das indicações feitas pela Polícia Federal, diretamente a Fachin, a respeito de negócios com o grupo privado, que é responsável por fraude bilionária no sistema financeiro.

Ao anular e arquivar a investigação contra Toffoli, o presidente do tribunal cumpriu um acordo interno, feito em reunião na véspera do Carnaval.

Por unanimidade, confirmada em nota pública, os juízes do STF resolveram recusar a “arguição de suspeição”, apresentada a Fachin pela Polícia Federal, ao mesmo tempo em que julgaram a “plena validade dos atos praticados pelo ministro Dias Toffoli” na relatoria do caso Master.

Entre as múltiplas consequências, duas se destacam. Uma delas é que, na prática, os dez juízes passam a compartilhar a responsabilidade pela investigação sobre a fraude bilionária que só foi possível com a rede de apoio político construída pelos empresários do grupo Master no governo, no Congresso e no Judiciário. Outra é a permanência de Toffoli no caso. Ele foi deposto da relatoria, sob suspeita de conflito de interesses, mas segue com direito a voto no processo.

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/fachin-anula-investigacao-da-policia-federal-sobre-toffoli-e-grupo-master/

Definido os 16 clubes da segunda divisão da principal Liga Nacional de Futsal

A LNF Silver é a nova e importante divisão de acesso do futsal brasileiro, criada pela Liga Nacional de Futsal (LNF) e que faz sua primeira ...