Fonte: UGE Futsal
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026
Definido os 16 clubes da segunda divisão da principal Liga Nacional de Futsal
Quando o ciúme vira um problema
O ciúme é um sentimento complexo e, em certa medida, natural nas relações humanas. Ele pode surgir do medo de perder alguém que amamos ou da insegurança em relação ao nosso próprio valor. No entanto, quando o ciúme se torna excessivo e irracional, ele deixa de ser um mero sentimento e se transforma em um problema sério, capaz de destruir relacionamentos e causar grande sofrimento.
A Linha Tênue entre o Normal e o Patológico
É importante distinguir o ciúme "normal" do
ciúme patológico. Um ciúme pontual, que surge em situações específicas de
ameaça percebida e que é rapidamente superado com diálogo e confiança, pode até
ser visto como um sinal de que a pessoa se importa. Contudo, o ciúme patológico
é caracterizado por:
Desconfiança constante e infundada: A pessoa ciumenta
vive em estado de alerta, buscando evidências de traição onde não existem.
Mensagens no celular, horários de chegada, e até mesmo interações sociais
inocentes são interpretadas como provas de infidelidade.
Controle excessivo: Há uma necessidade imperiosa de
controlar a vida do parceiro, incluindo suas amizades, suas atividades e até
mesmo suas redes sociais. Ligações e mensagens constantes, exigência de senhas
e monitoramento de localização são comportamentos comuns.
Acusações e interrogatórios: A pessoa ciumenta
frequentemente faz acusações sem provas, exigindo explicações detalhadas sobre
cada passo do parceiro. As conversas se transformam em interrogatórios
exaustivos e desgastantes.
Alterações de humor e agressividade: O ciúme pode
desencadear crises de raiva, irritabilidade e até mesmo agressões verbais ou
físicas. O relacionamento se torna um campo minado, onde qualquer pequena
faísca pode gerar uma explosão.
Isolamento social: A pessoa ciumenta tenta afastar o
parceiro de amigos e familiares, a fim de ter controle total sobre ele. Isso
leva ao isolamento do indivíduo ciumento e da pessoa que sofre o ciúme.
Perda de autoestima: Tanto quem sente o ciúme patológico
quanto quem o sofre podem ter sua autoestima severamente abalada. O ciumento se
sente inadequado e inseguro, enquanto o outro pode internalizar as acusações e
se sentir culpado ou indesejado.
As Raízes do Ciúme Excessivo
As causas do ciúme excessivo são variadas e complexas.
Podem estar relacionadas a:
Insegurança e baixa autoestima: A pessoa que se sente
incapaz ou não merecedora de amor tende a projetar seus medos no parceiro,
acreditando que ele a abandonará.
Experiências passadas: Traumas de relacionamentos
anteriores, como infidelidade, podem deixar cicatrizes profundas e gerar uma
desconfiança generalizada.
Modelos familiares disfuncionais: Crescer em um ambiente
onde o ciúme era uma dinâmica constante pode fazer com que a pessoa aprenda a
replicar esse comportamento.
Transtornos de personalidade: Em alguns casos, o ciúme
patológico pode ser um sintoma de transtornos de personalidade, como o
transtorno borderline ou o transtorno delirante.
O Que Fazer Quando o Ciúme Vira um Problema?
Se você ou alguém que você conhece está sofrendo com o
ciúme excessivo, é fundamental buscar ajuda.
Diálogo aberto e honesto: Em um primeiro momento, tentar
conversar sobre o problema pode ser útil, mas é crucial que a conversa seja em
um ambiente de calma e sem acusações.
Definição de limites: A pessoa que sofre o ciúme precisa
estabelecer limites claros e não ceder a chantagens e manipulações.
Terapia individual: Para a pessoa que sente ciúme, a
terapia pode ajudar a identificar as raízes do problema, trabalhar a
insegurança e desenvolver mecanismos saudáveis para lidar com suas emoções.
Terapia de casal: Em alguns casos, a terapia de casal
pode ser benéfica para que ambos os parceiros aprendam a se comunicar de forma
eficaz, reconstruam a confiança e estabeleçam novas dinâmicas de
relacionamento.
Buscar apoio externo: Amigos, familiares ou grupos de
apoio podem oferecer suporte emocional e perspectiva para lidar com a situação.
sugar baby
O ciúme, quando descontrolado, é uma doença que mina a
saúde de qualquer relação. Reconhecer os sinais e buscar ajuda profissional são
os primeiros e mais importantes passos para resgatar a individualidade, a
confiança e a felicidade em um relacionamento. Se o ciúme está prejudicando sua
vida, não hesite em procurar auxílio. A jornada para um relacionamento saudável
começa com a coragem de enfrentar o problema.
Fonte: Izabelly Mendes.
Corpo de Bombeiros confirma 62 mortes por chuvas em MG
O Corpo de Bombeiros confirmou 62 mortes causadas pelas
chuvas que atingiram os municípios de Juiz de Fora e Ubá, em Minas Gerais. O
balanço foi divulgado na noite de ontem, às 22h31, pelas prefeituras dos
municípios e pela corporação. Juiz de Fora registrou 56 vítimas. Ubá teve 6
mortos.
Os temporais provocaram deslizamentos, soterramentos e
desabamentos nas duas cidades mineiras. As equipes de resgate atenderam 83
chamados relacionados a soterramentos. As operações de busca e salvamento
resgataram 239 pessoas com vida. As informações são do portal Poder360.
Nove pessoas permanecem desaparecidas. Sete são de Juiz de Fora. Duas são de Ubá. O Corpo de Bombeiros divulgou inicialmente que o número de mortos havia chegado a 64. A corporação revisou a contagem para 62 ontem, depois da nova verificação dos dados. Os eventos começaram na terça-feira. Ubá não registrou novas vítimas desde a quarta-feira. Clique aqui e confira a matéria completa.
Reflexões sobre as resoluções do TSE para o pleito de 2026
Por Orlando Morais Neto*
A democracia constitucional não se sustenta apenas pela
realização periódica de eleições. Ela exige condições materiais de
participação, igualdade real de oportunidades e abertura efetiva dos espaços de
poder. A Constituição de 1988 não consagrou um modelo meramente procedimental
de democracia; instituiu um projeto normativo comprometido com dignidade,
pluralismo e redução de desigualdades.
Nesse cenário, duas medidas previstas nas resoluções do
Tribunal Superior Eleitoral para as eleições de 2026 merecem análise mais
profunda: o Programa “Cada Voto Importa”, que garante transporte gratuito a
pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, e o aperfeiçoamento das regras
de financiamento eleitoral voltadas à promoção da diversidade — especialmente
para candidaturas indígenas, femininas e de pessoas negras.
À primeira vista, parecem ajustes técnicos. Contudo,
examinadas à luz da tradição filosófica da democracia e dos princípios
constitucionais brasileiros, revelam-se instrumentos de concretização do Estado
Democrático de Direito (art. 1º, caput), da dignidade da pessoa humana (art.
1º, III), da cidadania (art. 1º, II), do pluralismo político (art. 1º, V) e da
igualdade material (art. 5º, caput).
O voto é a expressão direta da soberania popular (art. 14
c/c art. 1º, parágrafo único). Mas soberania popular não é conceito abstrato.
Ela exige condições reais para se manifestar. Se barreiras físicas impedem
determinados cidadãos de comparecer à urna, há uma limitação concreta da
própria soberania.
Aristoteles, na Política, afirmava que o regime
democrático pressupõe a participação dos cidadãos na deliberação e na decisão.
Para ele, a cidadania se realiza no exercício ativo das funções políticas. Uma
democracia que exclui, ainda que por obstáculos práticos, compromete sua
própria essência.
O transporte gratuito especial opera justamente nesse
ponto. Ele concretiza o princípio da igualdade material, reconhecendo que
tratar igualmente os desiguais perpetua a desigualdade. Ao remover barreiras de
mobilidade, o Estado não concede privilégio; cumpre o dever constitucional de
garantir condições equivalentes de participação.
Rousseau, ao sustentar que a soberania reside no povo
enquanto vontade geral, advertia que a legitimidade do pacto político depende
da participação efetiva dos cidadãos. Uma vontade geral que exclui parcelas da
população por impedimentos materiais deixa de ser verdadeiramente geral.
Sob a perspectiva kantiana, a dignidade da pessoa humana
impõe que cada indivíduo seja tratado como fim em si mesmo, jamais como meio.
Garantir que a pessoa com deficiência possa exercer seu direito político é
reconhecer sua autonomia moral e sua condição de sujeito de direitos plenos.
A Constituição de 1988, ao incorporar a Convenção sobre
os Direitos das Pessoas com Deficiência com status constitucional, reforçou o
dever de acessibilidade e inclusão. O princípio da máxima efetividade dos
direitos fundamentais exige que o direito ao voto produza seus efeitos
concretos. O transporte especial, portanto, não é política assistencial; é
política de concretização de direitos.
Se o transporte especial atua no plano do acesso ao voto,
as regras de financiamento com foco na diversidade atuam no plano do acesso à
representação.
Montesquieu advertia que as instituições devem ser
organizadas de modo a preservar o equilíbrio e evitar concentrações indevidas
de poder. Em sociedades marcadas por desigualdades estruturais, o financiamento
eleitoral pode se transformar em mecanismo de reprodução de elites políticas
homogêneas.
A democracia representativa moderna, como descreveu
Alexis de Tocqueville, depende da inclusão de múltiplas vozes e da vitalidade
associativa da sociedade. Quando determinados grupos permanecem
sistematicamente sub-representados, a democracia se empobrece e perde
legitimidade social.
A distribuição proporcional de recursos do Fundo Especial
de Financiamento de Campanha para candidaturas indígenas, bem como os
incentivos para candidaturas femininas e de pessoas negras, não configuram
privilégio. São instrumentos de realização do princípio da igualdade
substancial e da promoção do bem de todos, sem preconceitos ou discriminações
(art. 3º, IV).
John Rawls, ao formular o princípio da diferença,
sustentou que desigualdades só são justificáveis se beneficiarem os menos
favorecidos. Embora situado em contexto filosófico distinto, o raciocínio
ilumina a necessidade de políticas institucionais que corrijam desvantagens
estruturais no acesso à competição política.
Hannah Arendt, por sua vez, via a política como espaço de
aparecimento, onde indivíduos se revelam na pluralidade. Se determinados grupos
não conseguem acessar esse espaço em condições minimamente equitativas, há
empobrecimento do próprio espaço público.
O pluralismo político, fundamento da República (art. 1º,
V), não é apenas coexistência formal de partidos. É reconhecimento da
diversidade social dentro das estruturas de poder. A democracia constitucional
exige que o Parlamento e os demais espaços decisórios reflitam, ainda que
imperfeitamente, a complexidade da sociedade.
A Constituição de 1988 adotou um modelo de democracia
substancial. O art. 3º estabelece como objetivos fundamentais a construção de
uma sociedade livre, justa e solidária e a redução das desigualdades sociais.
Tais objetivos não são meras declarações programáticas; orientam a
interpretação e a aplicação das normas eleitorais.
O princípio republicano pressupõe que o poder não seja
apropriado por grupos restritos. A concentração reiterada de representação em
segmentos socialmente homogêneos compromete a ideia de governo do povo.
A igualdade material autoriza diferenciações normativas
quando destinadas a corrigir desigualdades fáticas. Essa compreensão não é
incompatível com a liberdade partidária (art. 17), mas a conforma aos
princípios constitucionais superiores.
Habermas, ao tratar da democracia deliberativa, destacou
que a legitimidade das decisões políticas depende da inclusão simétrica dos
participantes no processo discursivo. Quanto mais inclusivo o sistema, maior
sua legitimidade normativa.
A democracia não é apenas técnica de escolha; é projeto
moral fundado na dignidade e na igualdade. Aristóteles já advertia que a
justiça distributiva exige tratar desigualmente os desiguais na medida de suas
desigualdades. A Constituição brasileira incorporou essa visão ao privilegiar a
igualdade substancial.
Ao remover barreiras físicas ao voto e reduzir barreiras
estruturais à candidatura, as resoluções do TSE para 2026 densificam princípios
constitucionais centrais: dignidade da pessoa humana, soberania popular,
cidadania, pluralismo político, igualdade material e redução das desigualdades.
Não se trata de inovação ideológica, mas de fidelidade ao
texto constitucional e à tradição filosófica que compreende a política como
espaço de realização da liberdade humana.
Democracia é direito de votar e direito de ser votado. É
autonomia individual e reconhecimento coletivo. É igualdade formal e material.
Ao atuar nesses dois planos — acesso à urna e acesso à representação — as
medidas para 2026 reafirmam a promessa constitucional de que o poder emana do
povo em sua pluralidade concreta, e não de uma abstração excludente.
Como lembrava Rousseau, a liberdade consiste em obedecer
à lei que se deu a si mesmo. Mas essa lei só é verdadeiramente legítima quando
todos têm condições reais de participar de sua formação. A democracia
brasileira, ao fortalecer inclusão e pluralismo, aproxima-se dessa exigência
moral e constitucional.
*Procurador municipal e advogado
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026
D’gust Açaíteria e Hamburgueria fortalece o empreendedorismo local ao aderir à REDE BEN+
Amor e carreira: equilibrando sonhos individuais
Conciliar o amor e a carreira é um dos maiores desafios
da vida adulta moderna. Em um mundo cada vez mais competitivo, onde o sucesso
profissional exige tempo, foco e energia, equilibrar esses compromissos com a
dedicação emocional de um relacionamento pode parecer uma tarefa difícil. No
entanto, quando há diálogo, compreensão e apoio mútuo, é possível crescer
juntos — sem que um lado precise anular o outro.
O primeiro passo é entender que amor e carreira não
precisam competir entre si. Ambos são partes importantes da vida e, quando bem
administrados, podem se complementar. Um relacionamento saudável deve ser fonte
de apoio e inspiração, e não de culpa ou cobrança. Quando o parceiro entende e
valoriza a importância dos objetivos profissionais do outro, o vínculo se
fortalece e a relação se torna mais madura.
Por outro lado, é fundamental reconhecer que o equilíbrio
não acontece automaticamente. Ele precisa ser construído com paciência e
diálogo constante. Isso envolve alinhar expectativas, dividir responsabilidades
domésticas e respeitar os momentos em que um dos dois precisa se dedicar mais à
vida profissional. Assim, o casal evita ressentimentos e mantém a harmonia
mesmo em períodos de maior exigência no trabalho.
Outro ponto importante é o respeito à individualidade.
Cada pessoa tem seu ritmo, suas ambições e sua forma de lidar com a carreira.
Apoiar o parceiro não significa abrir mão dos próprios sonhos, mas sim
encontrar um ponto de equilíbrio entre o “nós” e o “eu”. Um relacionamento
equilibrado é aquele em que ambos crescem — emocional e profissionalmente — sem
que um precise se reduzir para que o outro brilhe.
É igualmente essencial reservar tempo de qualidade para o
casal. Pequenos gestos, como um jantar sem celulares, um final de semana juntos
ou uma simples caminhada no fim do dia, ajudam a reconectar e a manter a
intimidade emocional. O tempo compartilhado precisa ser intencional: estar
presente de corpo e alma é o que diferencia a convivência de conexão.
A empatia também é uma grande aliada. Em períodos de
estresse ou pressão no trabalho, o parceiro pode oferecer apoio, compreensão e
palavras de encorajamento. Da mesma forma, reconhecer o esforço e as conquistas
um do outro reforça a admiração mútua e fortalece a parceria. Celebrar vitórias
— mesmo as pequenas — é uma forma de lembrar que o sucesso de um é também
motivo de alegria para o outro.
Em alguns casos, será necessário fazer concessões. O
equilíbrio entre amor e carreira exige flexibilidade, e isso pode significar
abrir mão de algo temporariamente ou negociar prioridades. O segredo está em
manter a clareza emocional e o respeito mútuo, garantindo que as decisões sejam
tomadas em conjunto, com transparência e diálogo.
sugar baby
Em resumo, equilibrar amor e carreira não é um ato de
sacrifício, mas de parceria. É sobre construir uma relação em que ambos se
sintam apoiados, admirados e livres para perseguir seus sonhos. O casal que
aprende a crescer lado a lado, sem competição ou cobranças excessivas,
transforma a relação em um verdadeiro time — onde o sucesso de um é motivo de
orgulho para o outro, e onde o amor se fortalece mesmo diante das maiores
ambições.
Fonte: Izabelly Mendes.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Prefeito Sabino cumpre agenda administrativa em Brasília
O prefeito Sabino está em Brasília cumprindo uma importante agenda administrativa, participando de mobilizações e reuniões estratégicas em defesa dos municípios brasileiros.
A pauta é clara e urgente: união dos gestores municipais contra propostas que ameaçam a sustentabilidade fiscal das cidades. O objetivo é garantir equilíbrio nas contas públicas, assegurando que os serviços essenciais continuem chegando à população com qualidade e responsabilidade. Cuidar das finanças do município é garantir que a cidade continue avançando.
Durante a mobilização, o prefeito reforçou o compromisso com o municipalismo e a luta por mais autonomia para as cidades. “É no município que a vida das pessoas acontece. É aqui que os recursos precisam chegar com mais força e responsabilidade”, destacou.
Dando sequência à agenda na capital federal, Sabino também participou de uma reunião produtiva no gabinete da deputada federal Carla Dickson, onde discutiu novos projetos, investimentos e ações concretas para fortalecer o desenvolvimento do município.
Na ocasião, o prefeito apresentou demandas prioritárias nas áreas de infraestrutura, crescimento econômico e melhoria dos serviços públicos. Ele também agradeceu pela emenda destinada à UBS do Bico Torto, que será entregue em breve, ampliando o acesso à saúde e garantindo mais dignidade para a comunidade.
A gestão municipal segue firme, buscando parcerias, recursos e soluções que garantam mais desenvolvimento, equilíbrio fiscal e qualidade de vida para a população.
Fonte: Assessoria de comunicação da PMA
Lamparina Pizzaria adere à REDE BEN+
Com a adesão, a Lamparina Pizzaria passa a conceder descontos exclusivos para todos os filiados, associados, membros, parceiros e demais beneficiários das 22 entidades que compõem a REDE BEN+, desde que estejam em dia com suas anuidades, mensalidades ou critérios estabelecidos pelas entidades participantes.
A entrada da Lamparina Pizzaria reforça a diversidade de segmentos que integram a REDE BEN+, que atualmente conta com mais de 8.000 membros consumidores ativos e quase 100 empresas credenciadas, formando um sólido ecossistema de vantagens, estímulo ao consumo local e fortalecimento da economia regional.
O setor de alimentação possui papel estratégico dentro da
REDE BEN+, por promover conexão direta e recorrente entre empresas e
consumidores. Nesse contexto, a adesão da Lamparina Pizzaria amplia as opções
gastronômicas disponíveis com benefícios exclusivos, ao mesmo tempo em que
fortalece o compromisso do projeto com o desenvolvimento dos negócios locais.
O proprietário e empresário Querino destacou a importância de integrar a iniciativa e a confiança depositada no projeto:
“Acreditamos na força do associativismo e na importância
de iniciativas que realmente geram benefícios para as pessoas e para as
empresas. A REDE BEN+ é um projeto consolidado, sério e que movimenta a
economia local. Para nós, da Lamparina Pizzaria, é uma satisfação fazer parte
dessa rede e contribuir oferecendo vantagens exclusivas aos seus membros.”
Para o idealizador da REDE BEN+ e atual presidente da Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA), Marcello Bernardo, cada nova adesão reafirma a credibilidade e o alcance do programa:
“A REDE BEN+ cresce porque entrega resultados concretos.
A adesão da Lamparina Pizzaria demonstra a confiança dos empreendedores locais
no projeto e fortalece ainda mais nosso portfólio no segmento de alimentação.
Seguimos firmes no propósito de gerar benefícios, movimentar a economia e
valorizar quem empreende na nossa região.”
Com novas parcerias e uma rede em constante expansão, a REDE BEN+ consolida-se como um modelo inovador de integração entre entidades, empresas e consumidores, promovendo descontos exclusivos, incentivando o consumo local e contribuindo de forma efetiva para o desenvolvimento econômico regional.
Ministério Público de Apodi RN pede afastamento de ex-prefeito André Júnior do cargo de secretário
O ex-prefeito está com os direitos políticos suspensos
pelo TRE-RN, e perdeu o cargo num processo de cassação por abuso de poder
político e econômico nas eleições de 2024. E sem querer largar o poder, assim
que deixou o cargo de prefeito, foi nomeado secretário pelo prefeito interino
Fernandes Melo-UB, seu aliado.
O MP classificou a ação como "um desvio de finalidade
" e "um verdadeiro deboche" e disse em seu parecer "é uma
forma ardilosa de perpetuação do controle político e administrativo do
município nas mãos de quem acaba de ser extirpado da prefeitura pela via
judicial. Trata-se de ardilosa instrumentalização da máquina pública para
acomodar um ex-gestor recém condenado frustrando a senadora do acórdão
eleitoral". E ainda, o promotor diz a justiça que deu parecer favorável ao
afastamento, e proibido qualquer participação do ex-prefeito em eventos da
gestão municipal.
O processo tramita na primeira vara da comarca de
Apodi-RN, onde o município de Itaú-RN é vinculado, sob o número
0800351-87.2026. 8.20.5112, e tem como impetrantes os advogados Dr. Ruberto
Pessoa Brasil e Dr. Gustavo. Souza Araújo.
Eu vi no blog do João Moracir.
Piso nacional do magistério 2026 já está em vigor e estados, municípios e União que pagarem abaixo do mínimo podem sofrer ação judicial, alerta especialista
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
Adutora Apodi-Mossoró: água já está integrada ao sistema de abastecimento da segunda maior cidade do Estado
Nesta primeira etapa, bairros diretamente beneficiados recebem água pelo novo sistema
Bela Vista, Cidade Nova, Conjuntos Mossoró I, II e III, setor do shopping, Dix-sept Rosado, Bom Pastor e parte do Abolição III, em Mossoró, já recebem água pelo novo sistema adutor Apodi-Mossoró. Neste primeiro momento, o volume de água que chega à segunda maior cidade do Estado é de 300 mil litros por hora. O Governo do Estado, por meio da Caern, está investindo R$ 90 milhões nesta fase da obra.
A equipe da Caern vem acompanhando diariamente este envio de água e a resposta é considerada excelente no abastecimento. Havendo necessidade de intervir em situações pontuais, quando necessário, a equipe irá atuar.
PRÓXIMAS ETAPAS EM APODI
A Estação Elevatória de Água III juntamente com
reservatório, construídos às margens da BR-405, estão com obras civis em 50%.
Após a conclusão destes, será feita a instalação hidráulica de equipamentos e
urbanização. O reservatório vai acumular água produzida pelos poços do Sítio
Carrasco e os conjuntos motobombas impulsionam a água para que ela percorra a
tubulação da adutora. A previsão é que
este equipamento esteja operando em junho. Uma outra Estação Elevatória de Água
também está com obras em andamento, às margens da BR-405.
RESERVATÓRIO DO BELA VISTA EM MOSSORÓ
O Reservatório do Bela Vista também está com obras civis
adiantadas. As duas câmaras para armazenamento de água estão prontas. Nos
próximos meses será feito o trabalho de impermeabilização e instalação de
equipamentos. O reservatório terá a capacidade de acumular cinco milhões de
litros de água.
INTERLIGAÇÕES DE TUBOS
Também serão executadas tubulações para levar água para
os reservatórios dos bairros Abolições I, Santo Antônio, Nova Betânia e o
reservatório central, localizado em frente ao Hospital Wilson Rosado. Está
previsto também uma interligação para levar água ao Aeroporto, região da
Quixabeirinha.
CAPACIDADE PLENA
O sistema adutor Apodi-Mossoró estará funcionando com sua capacidade total no mês de junho. Com a entrada em operação do complexo da Estação Elevatória de Água na BR-405 e o reservatório do Bairro Bela Vista. Até junho, gradativamente, o sistema atingirá sua capacidade plena que é 1,1 milhão de litros de água por hora. Com estes equipamentos funcionando, também será possível, que os sete poços, que já estão prontos no Sítio Carrasco, operem ao mesmo tempo.
Gilmar Mendes manda suspender ‘penduricalhos’ do MP e do Judiciário
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal
(STF), determinou, ontem, que verbas de caráter indenizatório, os chamados
penduricalhos, somente podem ser pagas a integrantes do Poder Judiciário e do
Ministério Público quando estiverem previstas em lei aprovada pelo Congresso
Nacional.
A decisão também define que o Conselho Nacional de
Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) devem se
restringir à regulamentação do que já estiver previsto em lei, com indicação
clara da base de cálculo, do percentual aplicado e do limite máximo do
benefício. As informações são do portal G1.
Por meio de liminar, o ministro firmou um prazo de 60
dias para que tribunais e Ministérios Públicos estaduais interrompam o
pagamento dos penduricalhos com fundamento em leis estaduais.
Também deu 45 dias para que sejam suspensos os pagamentos
instituídos por decisões administrativas ou por atos normativos secundários.
“O pagamento de quaisquer verbas, após os prazos acima
assinalados, em desconformidade com a presente decisão consubstanciará ato
atentatório à dignidade da justiça e deverá ser apurado no âmbito
administrativo-disciplinar e penal, sem prejuízo do dever de devolução de tais
valores”, afirmou.
Ainda na decisão, Mendes aponta um “enorme desequilíbrio”
nos “penduricalhos”.
Ele lembra que a Constituição determina que os
magistrados recebam 90% do subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal
(STF), que é o teto do funcionalismo público. Por isso, quando há aumento no
salário dos ministros da Corte, esse reajuste impacta automaticamente a
remuneração dos juízes.
De acordo com o relator, essa regra foi criada para
garantir a independência do Judiciário, evitando que a definição dos salários
da magistratura dependa de decisões políticas tomadas nos estados.
Nesse contexto, o ministro argumenta que não é compatível
com o caráter nacional e com o princípio da isonomia do Judiciário permitir que
cada tribunal crie, por decisão administrativa, ato interno ou projeto de lei
estadual, novas verbas indenizatórias para seus membros.
Mendes também destacou a dificuldade em fiscalizar a
criação dessas verbas, o que, na avaliação dele, reforça a necessidade de uma
regra única em todo o país.
A decisão de Mendes segue a mesma linha dos atos do
ministro Flávio Dino. No início de fevereiro, Dino determinou que os Três
Poderes revisem e suspendam os “penduricalhos” ilegais do serviço público, isto
é, sem fundamento legal específico.
Nesta quinta (19), Dino determinou proibiu da publicação de atos ou novas leis na tentativa de garantir os “penduricalhos”.
RN tem o 2º maior gasto com sistema de Justiça no Nordeste, aponta estudo
Tribunal de Justiça concentra maior fatia dos recursos,
folha consome mais da metade do orçamento e sistema ainda recebeu R$ 116
milhões em créditos adicionais ao longo de 2024
Sede TJRN - Foto: José Aldenir/Agora RN
O Rio Grande do Norte destinou R$ 1,7 bilhão para o
sistema de Justiça em 2024. O valor representa 9% de todo o orçamento estadual
daquele ano, o que coloca o RN com o 2º maior percentual do Nordeste, atrás
apenas da Paraíba, que reservou R$ 2,1 bilhões para o sistema de Justiça, o
equivalente a 10,5%.
Os dados fazem parte do relatório Justiça e Orçamento nos
Estados – 2026, elaborado pela Plataforma Justa e divulgado nesta segunda-feira
23. Os dados de 2024 são os últimos disponíveis.
No conjunto dos estados analisados, o total com o sistema
de Justiça em 2024 chegou a R$ 93,2 bilhões. Do gasto do Rio Grande do Norte
(R$ 1,7 bilhão), R$ 1,2 bilhão foi destinado ao Tribunal de Justiça, enquanto
R$ 400 milhões foram para o Ministério Público e R$ 100 milhões cobriram as
despesas da Defensoria Pública.
Segundo o relatório, a verba destinada ao TJRN é superior
à soma dos orçamentos de 12 áreas do Executivo do Estado: gestão ambiental (R$
270 milhões), agricultura (R$ 169 milhões), assistência social (R$ 164
milhões), cultura (R$ 69 milhões), comércio e serviços (R$ 47 milhões),
comunicações (R$ 29 milhões), ciência e tecnologia (R$ 10 milhões), habitação
(R$ 5 milhões), indústria (R$ 4 milhões), desporto e lazer, trabalho e energia
(R$ 1 milhão, cada).
O estudo mostra que, nacionalmente, alguns estados chegam
a comprometer mais de 10% do orçamento com o sistema de Justiça. Rondônia
lidera no País, com 12,8%, seguido por Minas Gerais (11,5%) e Rio de Janeiro
(11%).
Um dado que chama atenção é o peso das despesas com
pessoal. No caso do Rio Grande do Norte, cerca de 61% do orçamento do sistema
de Justiça é destinado às folhas de pagamento, segundo o relatório. Em valores
absolutos, o RN gastou aproximadamente R$ 1 bilhão com folha de pagamento
dentro do sistema de Justiça.
O MP é quem mais compromete o seu orçamento com despesa
de pessoal: 71%. Em seguida, aparece a Defensoria, com 68%. O TJRN tem 57% do
seu orçamento para pagar folha.
Esse padrão se repete nacionalmente. O relatório mostra
que, na média dos estados analisados, 67% do gasto total com Justiça vai para
salários e encargos. Em alguns estados, esse percentual ultrapassa 70%.
Isso significa que sobra uma parcela relativamente menor
do orçamento para investimentos, infraestrutura, tecnologia e expansão de
serviços.
Outro ponto abordado pelo estudo é a evolução dos gastos.
Em 11 estados, o crescimento do orçamento do sistema de Justiça entre 2023 e
2024 foi maior do que o crescimento do orçamento geral do Estado. O relatório
aponta que essa tendência pressiona as contas públicas, já que o aumento da
Justiça cresce em ritmo superior ao das demais áreas do Executivo. No caso do
RN, não há dados oficiais de 2023 para fazer a comparação.
Créditos adicionais
O levantamento também analisou os chamados créditos
adicionais, que são recursos extras liberados pelo Executivo ao longo do ano
além do valor originalmente previsto na lei orçamentária. Em 2024, as
instituições de Justiça receberam R$ 4,3 bilhões em créditos adicionais em todo
o País. Além disso, R$ 4,7 bilhões foram direcionados especificamente para
complementar folhas de pagamento, segundo o estudo.
O relatório mostra que os Tribunais de Justiça são os que
mais recebem créditos adicionais, em comparação com Ministérios Públicos e
Defensorias. Entre os estados que mais receberam recursos extras estão Paraná,
São Paulo, Pará, Bahia e Mato Grosso.
Ao longo de 2024, o sistema de Justiça do Rio Grande do
Norte demandou 116 créditos adicionais. Ao todo, foram R$ 116 milhões além do
que estava previsto no Orçamento, sendo R$ 98 milhões para o TJ, R$ 17 milhões
para o MP e R$ 2 milhões para a Defensoria.
Além disso, outros 24 créditos foram para complementar
folhas de pagamento. Foram R$ 24 milhões para o MP e R$ 9 milhões para a
Defensoria. O TJRN não demandou créditos adicionais para essa finalidade.
A pesquisa ressalta ainda que, embora a abertura de
créditos adicionais para a Justiça seja recorrente, o mesmo padrão não se
repete necessariamente em outras áreas da administração pública.
No caso do Rio Grande do Norte, enquanto o sistema de
Justiça consumiu mais recursos do que o originalmente previsto, outras áreas
tiveram gastos inferiores ao estabelecido na lei orçamentária, como trabalho
(-77%), energia (-70%) e indústria (-55%).
Sobre o estudo
O levantamento analisou os gastos dos estados com três
instituições que compõem o sistema de Justiça: Tribunais de Justiça (TJ),
Ministérios Públicos (MP) e Defensorias Públicas (DP).
Foram juntados dados de 22 estados e no Distrito Federal,
considerando o exercício de 2024. Maranhão, Mato Grosso do Sul, Piauí e Roraima
não enviaram informações. Goiás e Santa Catarina encaminharam apenas dados
parciais. No DF, a Justiça e o Ministério Público são financiados pela União.
GASTOS DO SISTEMA DE JUSTIÇA
- Gasto total: R$ 1,7 bilhão
- Percentual do orçamento estadual: 9%
- Posição no Nordeste (proporcional): 2º lugar
- Destinação por órgão: TJ: R$ 1,2 bilhão | MP: R$ 400 milhões | Defensoria: R$ 100 milhões
- Despesa com folha (total): Cerca de R$ 1 bilhão
- Percentual do orçamento da Justiça destinado a folha: 61%
- Percentual da folha por órgão: MP: 71% | Defensoria: 68% | TJ: 57%
- Créditos adicionais (total): R$ 116 milhões
- Créditos adicionais por órgão: TJ: R$ 98 mi | MP: R$ 17 mi | Defensoria: R$ 2 mi
- Créditos para complementar folha: MP: R$ 24 mi | Defensoria: R$ 9 mi
- Áreas do Executivo que somadas ficam abaixo do orçamento do TJ: 12 áreas (como cultura, habitação, ciência e tecnologia, indústria, energia, trabalho, entre outras)
Desembargador potiguar teve o maior contracheque do
Judiciário do País em janeiro
O desembargador Ibanez Monteiro da Silva, presidente do
Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN), teve em janeiro o maior
rendimento entre todos os representantes dos judiciários estaduais do país. Um
levantamento com dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostra que o
contracheque do potiguar alcançou R$ 384,5 mil no primeiro mês do ano, montante
cerca de oito vezes superior ao teto constitucional do funcionalismo, de R$
46,3 mil, equivalente ao subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal
(STF).
Segundo o balanço do CNJ, que detalha os rendimentos de
todo o Judiciário brasileiro — incluindo tribunais federais e as Justiças
Militar e Eleitoral —, mais de 80% das remunerações descritas ficaram acima do
teto constitucional. No caso do Judiciário potiguar, os dados de janeiro
apontam que 100% dos magistrados, entre desembargadores e juízes, receberam
acima dos R$ 46,3 mil, referência usada como limite máximo para o serviço
público.
Entre os dez maiores rendimentos de todo o País em
janeiro, o TJRN emplacou outro representante: o desembargador Amílcar Maia, com
R$ 292 mil, que ficou no sexto lugar. Os valores elevados decorrem do acréscimo
no contracheque de “direitos eventuais”, também chamados de “penduricalhos”,
que somaram R$ 320,1 mil para Ibanez Monteiro e R$ 232 mil para Amílcar Maia.
Em geral, conta no contracheque dos magistrados valores
como direitos pessoais (abono de permanência), indenizações legais
(auxílio-alimentação) e direitos eventuais ou verbas indenizatórias,
discriminadas como licenças compensatórias e gratificações por exercício cumulativo,
gratificações natalinas, entre outros itens.
Somente com o pagamento destes direitos eventuais, que
são alvo de questionamento do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal
(STF), o Judiciário estadual somou R$ 16,7 milhões em janeiro, o que representa
cerca de 60% de tudo o que foi recebido pelos magistrados no período. A folha
do mês ficou em R$ 28,6 milhões, ao se considerar vencimentos básicos,
indenizações e penduricalhos.
Ainda em janeiro, o vencimento médio de todos os
magistrados potiguares foi de R$ 119 mil. Dos 240 contracheques do Judiciário
estadual, apenas cinco não ultrapassaram a linha dos R$ 100 mil. O menor
registro foi o do juiz Isaac Costa Soares de Lima, que atua em Caicó, com
rendimento de R$ 57,7 mil.
Em 2025, a folha de pagamento total do ano passado foi de
R$ 308 milhões. A média mensal ficou em R$ 160 mil. Para efeito de comparação,
o rendimento médio mensal do presidente do TJRN foi de R$ 166 mil em 2025.
Em nota, o TJRN informou que o “salário do presidente da
Corte está dentro do teto constitucional”.
Fonte: Agora RN
EUA: nova alíquota beneficia exportações do RN, mas cenário é de incertezas
No Rio Grande do Norte, vários setores, sobretudo os da
pesca e do sal, foram afetados pelo tarifaço do governo de Donald Trump| Foto:
Magnus Nascimento
As mudanças nas tarifas anunciadas pelo governo de Donald Trump irão beneficiar o Brasil, embora o cenário ainda seja de incertezas para os setores do RN afetados pelo chamado tarifaço. Na sexta-feira (20), o presidente americano fixou em 10% a nova tarifa global, elevando-a para 15% no dia seguinte, após a Suprema Corte dos EUA derrubar a taxação de 50% imposta a parceiros comerciais no ano passado. Um relatório da Global Trade Alert, organização independente que monitora políticas de comércio internacional, aponta que, com a mudança, o Brasil terá a maior redução nas tarifas médias, com queda de 13,6 pontos percentuais.
Em seguida, a China (recuo de 7,1 pontos) e a Índia
(queda de 5,6 pontos) serão os países mais beneficiados, conforme a análise. A
previsão é de que a nova taxa entre em vigor nesta terça-feira (24), válida
para todos os mercados que mantêm relações comerciais com os Estados Unidos.
Para o economista Ricardo Valério, a mudança vai trazer competitividade ao
Brasil e, consequentemente, às exportações do Rio Grande do Norte,
especialmente para setores ainda fortemente atingidos pelo tarifaço.
Ricardo Valério: economista| Foto: Adriano Abreu
“O Brasil já tinha conseguido alguns avanços, mas nós
ainda tínhamos quase 44% das nossas exportações afetadas pela taxação de 50%.
Com a alíquota de 15%, ao menos, não perdemos competitividade, uma vez que a
nova tarifa será linear para todos os países. Um ponto é que essa nova medida é
válida por 150 dias. Isso significa que, passado esse período, se Trump não
encontrar outra saída, estaremos livres do tarifaço”, explicou o economista.
Para as exportações potiguares, argumenta Ricardo
Valério, a mudança chega em boa hora para itens importantes da pauta, como
pescado e sal marinho, que ficaram de fora das negociações que retiraram o
tarifaço para alguns produtos em novembro do ano passado, e seguiam sob a
taxação de 50%. “Agora, abre-se uma nova perspectiva para esses setores que
vinham sofrendo muito”, fala o Ricardo Valério.
Arimar França Filho, presidente do Sindicato da Indústria da Pesca do Rio
Grande do Norte (Sindipesca-RN), reconhece que o Brasil será beneficiado, mas
avalia que o sentimento que cerca o setor é de incerteza.
“Há um otimismo em alta, principalmente porque a situação
da nossa cadeia está muito complicada, mas o setor todo ainda espera para saber
o que vai acontecer, uma vez que a medida foi tomada recentemente. Nossos
clientes não sabem muito bem o que vai acontecer”, destaca Arimar França.
Para Airton Torres, presidente do Sindicato das Indústrias de Extração de Sal
do Estado do Rio Grande do Norte (Siesal-RN), a situação é de cautela. “A gente
não sabe o que vai acontecer nesses 150 dias e também ainda não há um
posicionamento dos nossos exportadores. Eu diria que o momento é de muita
incerteza, porque a cadeia do sal trabalha com contratos longos e é exatamente
essa a dificuldade: o setor está sem condições de tomar decisões de longo
prazo”, comentou Airton Torres.
A imposição das tarifas de 15% foi adotada pelo governo
dos EUA depois que a Suprema Corte do país derrubou, por 6 votos a 3, o chamado
tarifaço. O governo brasileiro comemorou a mudança. “Mesmo com a alíquota de
15%, como é igual para todo mundo, não perdemos competitividade. Em alguns
setores, como combustível, carne, café, celulose, suco de laranja, aeronaves,
ela [a alíquota] zerou”, disse o vice-presidente Geraldo Alckmin.
A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou que acompanha com “atenção
e cautela” os desdobramentos relacionados à decisão da Suprema Corte dos
Estados Unidos de derrubar as tarifas do presidente Donald Trump.
“Acompanhamos a decisão de hoje com atenção e cautela. O
impacto de uma medida como essa no comércio brasileiro é significativo, tendo
em vista a relevante parceria comercial entre Brasil e Estados Unidos”, disse
Ricardo Alban, presidente da CNI, em nota.
Fonte: Tribuna do Norte
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
Isadora Pompeo e Pagode Restaura são as atrações do Água Viva, em Apodi
A gestão do prefeito Sabino segue promovendo ações que
fortalecem a fé, a cultura e a economia do município. E desta vez, a Prefeitura
anuncia oficialmente a realização do Água Viva, um grande evento religioso que
promete marcar a história de Apodi.
O evento será realizado no dia 22 de março, no Calçadão, reunindo a comunidade cristã em uma noite especial de louvor, adoração e celebração da fé. A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em valorizar as expressões religiosas e atender a um antigo sonho da classe evangélica local.
Entre as atrações confirmadas estão o Pagode Restaura, que evangeliza através da música com mensagens de fé e renovação, e a cantora Isadora Pompeo, uma das maiores referências da música gospel no Brasil, reconhecida nacionalmente por tocar milhares de corações com suas canções e testemunho.
Além de fortalecer a espiritualidade, o Água Viva também deve atrair visitantes de várias cidades da região, movimentando o comércio local e impulsionando a economia, consolidando Apodi como cidade preparada para grandes eventos.
A gestão do prefeito Sabino convida toda a população para viver esse momento histórico de fé, união e celebração.
Fonte: Assessoria de comunicação da CMA
Clima seco e salto em valor de subsídios vão disparar a conta de luz neste ano
Na projeção da consultoria PSR, a tarifa de energia
residencial deve subir quatro pontos percentuais acima da inflação, ou seja, na
casa de 7,95% — analistas de mercado trabalham com IPCA, índice oficial de
preços, de 3,95%, segundo dados do último boletim Focus. Algumas regiões do país
podem ter reduções pontuais, enquanto outras podem registrar aumentos mais
expressivos. As informações são do jornal O GLOBO.
— Os fatores que atuam para elevar a conta de luz são o
custo de acionamento das térmicas, o risco hidrológico pago em contratos com
hidrelétricas e o acionamento de bandeiras tarifárias. Todos tendem a se
agravar em cenário hidrológico desfavorável e forte demanda, por exemplo,
devido ao aumento da temperatura — diz o diretor-presidente da PSR, Luiz
Augusto Barroso.
Há três cores de bandeira: verde, amarela e vermelha, com
variações de custo para o consumidor. Entre junho e novembro do ano passado,
ela ficou entre vermelha patamar 1 e vermelha patamar 2, que representa o maior
acréscimo à conta de luz. Hoje, está em vigor a bandeira verde, sem cobranças
adicionais. A possibilidade do fenômeno El Niño, que aquece as águas do
Pacífico, causando seca no Norte e Nordeste do Brasil, pode mudar esse cenário.
— Estamos com os reservatórios abaixo da média histórica
e existe a expectativa de passarmos do fenômeno La Niña para El Niño ao longo
do ano, fato que aumenta a variabilidade dos cenários possíveis para as chuvas
em 2026. A nossa projeção leva em consideração a hipótese de bandeira amarela
em dezembro, mas se fecharmos em bandeira vermelha 2, a energia fecharia o ano
com alta de cerca de 12%.
Na última reunião do Comitê de Monitoramento do Setor
Elétrico (CMSE), na quarta-feira, o colegiado destacou que as chuvas
registradas neste início de ano vieram acima da média, o que contribuiu para um
aumento nos níveis dos reservatórios das regiões Norte, Sudeste e Centro-Oeste.
Na última sexta, os níveis de armazenamento alcançaram
54,8% no subsistema Sudeste/Centro-Oeste, 45% no Sul, 64,8% no Nordeste e 63,8%
no Norte, resultando em um nível de volume considerado satisfatório no Sistema
Interligado Nacional (SIN).
“O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ressaltou
que irá manter o acompanhamento da evolução do período chuvoso e das condições
hidrológicas e de armazenamento, especialmente na bacia do Rio Paraná e na
Região Sul, com enfoque na estratégia de redução da inflexibilidade hidráulica
no SIN, que visa recuperar os armazenamentos dos reservatórios de
hidrelétricas”, disse o Ministério de Minas e Energia.
Ainda assim, os especialistas avaliam que essa situação
pode mudar em alguns meses, quando começa o período seco, levando o ONS a ter
de acionar mais térmicas.
Outro ponto que pesa na conta de luz é a Conta de
Desenvolvimento Energético (CDE), um superfundo que cobre os subsídios do setor
elétrico. Esses valores são pagos principalmente pelos consumidores por meio das
tarifas de energia. Para 2026, estão previstos R$ 47,8 bilhões em subsídios.
Esse fundo financia, por exemplo, descontos concedidos a pessoas de baixa
renda, famílias em área rural e irrigantes — unidades de consumo que utilizam
energia elétrica exclusivamente para irrigação ou aquicultura.
Levantamento da Associação dos Comercializadores de
Energia (Abraceel) mostra que a alta do preço da tarifa de energia acima da
inflação é um fenômeno que vem sendo observado na última década. Nos últimos 15
anos, o preço da conta de luz aumentou em 177%, para uma inflação que avançou
122% no período.
No ano passado, energia elétrica residencial subiu
12,31%, segundo o IBGE. Foi o subitem de maior impacto individual no IPCA, que
fechou 2025 em 4,26%. O aumento só não foi maior porque o governo aplicou R$
2,2 bilhões em descontos na tarifa a partir de um bônus da Usina Hidrelétrica
de Itaipu. Considerando apenas o megawatt-hora, o custo de energia atingiu R$
786,76, o maior desde 2011, segundo dados da Agência Nacional de Energia
Elétrica.
— O aumento dos preços de energia impacta negativamente
os custos de produção e aumenta o custo de vida das famílias — ressalta
Serrano.
— Os fatores que podem reduzir a tarifa são de duas
naturezas. Uma delas é de mercado, mais chuvas, menor demanda e maior produção
(de fonte) renovável. O governo também possui uma ferramenta importante que
pode ajudar a atenuar esses aumentos, que é a arrecadação oriunda da renovação
antecipada das concessões de geração que expiram nos próximos anos. Esta
receita, caso obtida, reduziria a CDE e, portanto, as tarifas — afirma Barroso,
da PSR.
O aumento da conta de luz ocorre, ironicamente, num
momento em que o Brasil tem excesso de energia, com capacidade de geração do
sistema elétrico maior do que a demanda. Esse descasamento leva a cortes na
produção de fontes renováveis, como solar e eólica, pelo ONS. A medida evita
sobrecargas que possam gerar apagões.
Para manter o equilíbrio do sistema, o ONS interrompe
preferencialmente parques eólicos e solares, causando perdas financeiras para
as empresas, mesmo em meio à alta da energia. No ano passado, o sistema
elétrico brasileiro descartou cerca de 20% de toda a energia solar e eólica que
poderia ter sido gerada, segundo cálculos da consultoria Volt Robotics. Esses
cortes de geração levaram a um prejuízo de R$ 6,5 bilhões aos empreendimentos.
Fonte: Blog do Magno Martins
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domingo, 22 de fevereiro de 2026
REVISTA VEJA: Fachin anula investigação da Polícia Federal sobre Toffoli e grupo Master
Foto: Fellipe Sampaio/STF
Luiz Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal
Federal, anulou e remeteu ao arquivo a investigação sobre o juiz José Antonio
Dias Toffoli. A informação é da coluna
de José Casado, da revista Veja.
O presidente do STF era relator da ação de Arguição de
Suspeição de Toffoli no caso Master — o processo “AS 244”, classificado como
“sigiloso”. A decisão é definitiva, sem possibilidade de recurso, e foi tomada
neste sábado (21/2).
Toffoli renunciou à relatoria do caso Master sob pressão
das indicações feitas pela Polícia Federal, diretamente a Fachin, a respeito de
negócios com o grupo privado, que é responsável por fraude bilionária no
sistema financeiro.
Ao anular e arquivar a investigação contra Toffoli, o
presidente do tribunal cumpriu um acordo interno, feito em reunião na véspera
do Carnaval.
Por unanimidade, confirmada em nota pública, os juízes do
STF resolveram recusar a “arguição de suspeição”, apresentada a Fachin pela
Polícia Federal, ao mesmo tempo em que julgaram a “plena validade dos atos
praticados pelo ministro Dias Toffoli” na relatoria do caso Master.
Entre as múltiplas consequências, duas se destacam. Uma
delas é que, na prática, os dez juízes passam a compartilhar a responsabilidade
pela investigação sobre a fraude bilionária que só foi possível com a rede de
apoio político construída pelos empresários do grupo Master no governo, no
Congresso e no Judiciário. Outra é a permanência de Toffoli no caso. Ele foi
deposto da relatoria, sob suspeita de conflito de interesses, mas segue com
direito a voto no processo.
Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/jose-casado/fachin-anula-investigacao-da-policia-federal-sobre-toffoli-e-grupo-master/
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