sexta-feira, 17 de abril de 2026

Gestão do prefeito Sabino entrega passagem molhada e nova usina solar na zona rural de Apodi


A Prefeitura de Apodi segue levando desenvolvimento e qualidade de vida para a zona rural. No sítio Caboclo e comunidades vizinhas, a gestão do prefeito Sabino realizou a entrega de duas importantes ações: a inauguração da Passagem Molhada Francisco Adelino de Oliveira e a implantação de mais uma usina de energia solar, fortalecendo a infraestrutura e a sustentabilidade na região do Vale.

A passagem molhada, construída com investimento superior a R$ 100 mil, garante mais mobilidade e segurança para moradores, especialmente em períodos chuvosos. A obra facilita o deslocamento de estudantes, professores e trabalhadores, além de contribuir diretamente para o escoamento da produção agrícola.


O momento também foi marcado por uma homenagem a Francisco Adelino de Oliveira, reconhecido por sua trajetória de dedicação à comunidade. A obra leva seu nome como símbolo de respeito e reconhecimento à sua história.

Além disso, a gestão municipal celebrou a entrega de mais uma usina solar, fruto de parceria com os mandatos dos vereadores Laete Oliveira, Ednarte Silveira e Andreza Alves. A iniciativa representa um avanço significativo para as comunidades atendidas, trazendo benefícios concretos como redução de custos com energia, utilização de fonte limpa e renovável, valorização da região e mais autonomia para os moradores.


Investir em energia sustentável é também investir no fortalecimento do homem do campo, garantindo mais eficiência no dia a dia e preservação ambiental.

Com ações integradas, a gestão do prefeito Sabino reafirma seu compromisso com o desenvolvimento das comunidades rurais, unindo infraestrutura, inovação e cuidado com as pessoas. Seguimos avançando com trabalho, responsabilidade e energia total!

Fonte: Assessoria de Comunicação da PMA

Execução de emendas vira foco de disputa entre base e oposição no RN

A demora do governo Fátima Bezerra (PT) na execução de recursos das emendas parlamentares constantes do Orçamento Geral do Estado (OGE) continua polarizando o debate político na Assembleia Legislativa, mesmo depois de duas reuniões ocorridas no gabinete da presidência e na Comissão de Fiscalização e Finanças da Casa, nos dias 14 e 16, com participações de deputados e representantes do Executivo e órgãos de controle para encontrar uma forma de liberar recursos, principalmente para obras e outras ações nos municípios.

O deputado oposicionista Coronel Azevedo (PL) destacou que “o povo elege seus representantes e eles participam do orçamento indicando emendas. Então fortalecer a democracia é respeitar o orçamento participativo que se representa pelas emendas parlamentares.”.

Coronel Azeredo também disse, na sessão da quinta-feira (16), que a exemplo das parlamentares no Congresso Nacional, existe o compromisso do governo federal liberar 65% dos recursos no primeiro semestre: “Aqui é dever do executivo estadual pagar 50% das emendas até o final do primeiro semestre. Esperamos que ele cumpra essa obrigação legal”.

Coronel Azevedo sugeriu ao presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização que mantivesse contato com as demais Comissões de Finanças das Assembleias Legislativas estaduais do Brasil, para verificar o andamento da execução do pagamento de emendas parlamentares relativas ao exercício de 2026 e as que ficaram em restos a pagar do exercício 2025. “Para que possamos ter indicadores de comparação sobre a execução de emendas com demais Estados. Não podemos admitir que as emendas do nosso estado sejam as lanterninhas do Brasil”, completou.

O líder do governo, deputado Francisco do PT reiterou, como já havia dito na Comissão de Finanças, que ´é legítimo esse debate entre oposição e situação sobre o assunto, mas discordou da afirmação dita em plenário de que ele não sabia das informações: “Alguns deputados não participam das reuniões, seja por qual for o motivo, e não sabem das informações. Toda hora é dito que o Governo do Estado discrimina parlamentares da oposição na hora de pagar as emendas, mas se pegar os dados do pagamento, é constatado que tem deputado de oposição que já teve mais pagamento do que deputado governista e isso é fato”.

Francisco do PT havia dito na reunião da CFF que alguns deputados sequer indicaram as emendas e seus beneficiários, tendo repetido em plenário que quem define a prioridade da emenda é o parlamentar.

“Qual o problema de um parlamentar escolher como prioridade qual emenda que quer pagar? A decisão de um colega que escolhe o que priorizar é desrespeitada por esse tipo de questionamento. Quando o governo diz quanto vai pagar de cada deputado, o deputado decide o que vai indicar com aquele valor”, cobrou o líder governista.

O deputado José Dias (PL) voltou a tratar da liberação de emendas parlamentares durante a sessão plenária desta quinta-feira (16), na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Em discurso, o parlamentar afirmou que seguirá abordando o tema enquanto, segundo ele, não houver tratamento “com lisura, justiça e republicanismo” por parte do Governo do Estado.

O deputado estadual José Dias (PL) já havia questionado o atraso das emendas parlamentares na sessão do dia 15 e voltou a cobrar do Executivo, na quinta-feira (16) o cumprimento de decisões judiciais determinando o pagamento de emendas de 2024 e 2025, que estão em restos a pagar.

Segundo o deputado, há casos em que emendas são liberadas integralmente, enquanto outras recebem apenas parte do valor.

Governo efetivou pagamento de R$ 2,96 milhões

A governadora Fátima Bezerra autorizou, nesta semana, a abertura de créditos orçamentários que somam R$ 2,96 milhões. O maior volume de recursos, no valor de R$ 2,53 milhões, contempla indicações de cinco parlamentares: Neilton Diógenes e Nelter Queiroz (PP), Taveira Júnior (PSDB) e Terezinha Maia e José Dias (PL).

Em um segundo decreto, o Governo oficializou o repasse de mais R$ 350 mil, destinados a atender emendas dos deputados Dr. Kerginaldo e Luiz Eduardo (PL).

A autorização conta com o aval da Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (SEPLAN) e segue os ritos da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026, conforme edição do “Diário Oficial do Estado” da quinta-feira (16).

Já na edição de quarta-feira (15), o D.OE trazia a liberação de emenda da deputada estadual Terezinha Maia, no valor de R$ 30 mil e na quinta (16), emenda do deputado estadual Ubaldo Fernandes (PV) no valor de R$ 50 mil.

Pela legislação eleitoral, o governo do Estado tem até três meses antes do pleito para liberar recursos de emendas parlamentares.

Rico em recursos, pobre em poder: Brasil, petróleo e a geopolítica da crise

A crise no Estreito de Ormuz recoloca o petróleo no centro da disputa global — e, nesse tabuleiro, o Brasil passa a ocupar um lugar muito mais estratégico do que costuma reconhecer.

A China, maior importadora de energia do mundo, depende estruturalmente do fluxo que atravessa Ormuz. Qualquer ameaça àquele corredor — seja por escalada envolvendo o Irã, seja por intervenção direta dos Estados Unidos — cria um risco imediato de desorganização energética global. É exatamente nesse ponto que o petróleo brasileiro ganha centralidade.

Não se trata de um detalhe comercial. Trata-se de reposicionamento geoeconômico.

Ao ampliar as compras de petróleo brasileiro, a China não está apenas diversificando fornecedores — está reduzindo sua vulnerabilidade a um dos principais gargalos estratégicos do planeta. O pré-sal brasileiro, nesse contexto, funciona como uma espécie de “seguro geopolítico” fora do raio direto de conflito. Para o Brasil, isso se traduz em demanda robusta, entrada de divisas e valorização de seus ativos energéticos. Até aqui, parece um ganho inequívoco.

Esse movimento já está em curso. Em março de 2026, a China elevou suas importações de petróleo brasileiro para cerca de 1,6 milhão de barris por dia — o maior volume já registrado — em um contexto em que reduziu significativamente sua dependência do Oriente Médio diante da instabilidade no Golfo. Não se trata de uma oscilação pontual, mas de uma realocação estratégica de fornecedores em meio à crise.

O que está em curso não é simplesmente um ciclo favorável de exportações. É a incorporação do Brasil a uma engrenagem global de segurança energética desenhada por outra potência. Ao atender à demanda chinesa em um momento de tensão no Golfo, o país passa a desempenhar um papel funcional dentro da estratégia de contenção de riscos da Ásia — sem, no entanto, controlar os termos dessa inserção.

Há um ganho econômico claro, mas há também uma perda de autonomia silenciosa.

Porque quanto mais o Brasil se consolida como fornecedor de petróleo bruto para a China, mais reforça uma inserção primário-exportadora, dependente de preços internacionais voláteis e de decisões estratégicas tomadas fora de seu território. Não estamos falando apenas de comércio: estamos falando de uma especialização regressiva em um momento em que o mundo disputa tecnologia, cadeias industriais e poder financeiro.

A crise no Estreito de Ormuz escancara essa contradição.

De um lado, o Brasil se beneficia diretamente da instabilidade — preços mais altos, maior demanda, centralidade energética. De outro, torna-se ainda mais atrelado a um modelo de inserção que limita sua capacidade de definir o próprio projeto de desenvolvimento. Quanto maior a tensão no Golfo, maior a importância do petróleo brasileiro — e maior também o risco de o país se acomodar nesse papel.

O ponto central, portanto, não é celebrar o aumento das exportações.

É perguntar o que o Brasil faz com esse momento.

Se transformar essa janela em estratégia — agregando valor, expandindo refino, articulando política industrial e usando a renda do petróleo para diversificação produtiva — o país pode, de fato, converter crise externa em fortalecimento interno.

Se não, corre o risco de repetir o padrão histórico: ganhar no curto prazo e perder no longo.

E, desta vez, em um mundo muito mais instável — onde energia deixou de ser apenas uma commodity e voltou a ser, como sempre foi, instrumento de poder.

Terras raras e a disputa pelo futuro

Se o petróleo reposiciona o Brasil na crise do Estreito de Ormuz, os minerais de terras raras expõem, de forma ainda mais contundente, os limites desse reposicionamento.

O país detém uma das maiores reservas do mundo — frequentemente apontado como o segundo maior em potencial — mas permanece à margem daquilo que realmente importa: a transformação industrial desses minerais. Enquanto a China domina não apenas a extração, mas sobretudo o refino e a cadeia de valor das terras raras, o Brasil segue preso ao estágio mais primário do processo — quando sequer o realiza plenamente.

E aqui está o ponto decisivo: terras raras não são apenas mais uma commodity.

Elas são insumo crítico para turbinas eólicas, carros elétricos, sistemas de defesa, semicondutores e praticamente toda a base material da economia do século XXI. Em outras palavras, estamos falando da infraestrutura física da transição energética e da disputa tecnológica global.

O paralelo com o petróleo é inevitável — e incômodo.

Assim como no pré-sal, o Brasil possui o recurso. Assim como no petróleo, há demanda externa crescente. E, novamente, o risco é ocupar o papel de fornecedor de base, enquanto outros países controlam as etapas de maior valor, tecnologia e poder.

A diferença é que, no caso das terras raras, essa assimetria já está consolidada.

A China construiu, ao longo de décadas, um domínio quase monopolista sobre o refino e a manufatura desses minerais, transformando-os em instrumento estratégico de política externa. Não se trata apenas de mercado — trata-se de capacidade de pressão global. Quem controla terras raras controla cadeias produtivas inteiras.

O Brasil, por sua vez, assiste. Não por falta de recursos, mas por ausência de estratégia.

A crise no Estreito de Ormuz mostra como o petróleo pode elevar momentaneamente a relevância brasileira. Mas as terras raras revelam o outro lado da equação: a incapacidade histórica de transformar vantagem geológica em poder econômico e tecnológico.

E isso muda tudo.

Porque, enquanto o petróleo garante fluxo de divisas, as terras raras definem quem lidera — ou não — a próxima etapa da economia global. Permanecer fora dessa cadeia significa abrir mão não apenas de riqueza, mas de soberania tecnológica.

O risco, portanto, não é apenas repetir o padrão primário-exportador.

É consolidá-lo em duas frentes simultâneas: na energia e na tecnologia.

A ilusão da vantagem

O Brasil nunca teve tantos ativos estratégicos ao mesmo tempo — petróleo em escala global, reservas minerais críticas, posição geopolítica relativamente estável em um mundo em conflito.

E, ainda assim, permanece preso a uma lógica conhecida.

A ilusão é achar que abundância de recursos é sinônimo de poder.

Não é.

Poder, no mundo contemporâneo, não está na posse do recurso — está no controle da cadeia, na capacidade de transformação, na tecnologia, no comando financeiro e industrial que organiza esses fluxos.

Hoje, o petróleo brasileiro ajuda a estabilizar a segurança energética da China em meio à crise no Golfo. Amanhã, as terras raras brasileiras podem alimentar a transição energética global — desde que outros países façam o que o Brasil não faz.

Essa é a escolha colocada, ainda que raramente explicitada.

Ou o país transforma seus recursos em estratégia de desenvolvimento — industrializa, agrega valor, constrói capacidade tecnológica e redefine sua inserção internacional.

Ou continuará desempenhando o papel que sempre lhe foi reservado: fornecedor confiável de riqueza para os outros, enquanto adia, mais uma vez, o próprio futuro.

*Este artigo não reflete, necessariamente, a posição da Revista Fórum. 

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Rua: Nossa Senhora da Conceição, 165 – centro – Apodi-RN.

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Mapeamento comunitário cultural integrado e cadeia de valor local

Marcello Bernardo, Laete Oliveira e Genildo Sousa

O município de Apodi, no Oeste potiguar, poderá dar um salto histórico na organização e integração da sua identidade cultural, econômica e social.  A iniciativa inovadora, articulada com base no OFÍCIO/ REQUERIMENTO – No. 300/2026-CMA, do mandato popular do vereador Laerte Oliveira, com a Academia Apodiense de Letras (AAPOL) e a Associação Comercial e Empresarial de Apodi (ACEMA), que justifica a necessidade de uma pesquisa e sistematização de amplo Mapeamento Cultural do Município de Apodi/RN.

A proposta, construída de forma colaborativa, reúne a expertise institucional das entidades representadas por seus presidentes, o Professor Genildo Sousa, da AAPOL e Marcello Bernardo, da ACEMA, onde buscará consolidar uma base de dados e informações sócio culturais sobre o território apodiense e suas peculiaridades comuns e especiais.

O mapeamento, ainda, pretende contemplar não apenas os aspectos culturais tradicionais como: manifestações populares, artistas, patrimônios históricos e produção intelectual, mas também incorporar dados fundamentais sobre: Recursos naturais e ambientais, atividades econômicas e cadeias produtivas, Indicadores sociais, a distribuição populacional por microrregiões, espaços e associações culturais de economia solidária familiar, turismo rural, pequenos negócios, etc.

Protagonismo do poder legislativo

À frente da articulação política, o vereador Laerte Oliveira tem sido apontado como peça-chave para viabilizar o projeto. A iniciativa reforça o papel do legislativo municipal como agente de fomento ao desenvolvimento estratégico inuma perspectiva de envolver e integrar todo o território através das conexões das diversas regiões comunitárias e suas demandas culturais próprias. Segundo a proposta em construção, o envolvimento do poder público será essencial para garantir apoio institucional, viabilidade técnica e possível transformação do projeto em política pública permanente.

Uma radiografia completa do município

O projeto se destaca por sua abordagem integrada e multidimensional. O mapeamento pretende contemplar não apenas os aspectos culturais tradicionais como: manifestações populares, artistas, patrimônios históricos e produção intelectual, mas também incorporar dados fundamentais sobre: Recursos naturais e ambientais, Atividades econômicas e cadeias produtivas, Indicadores sociais, Distribuição populacional por microrregiões, Características específicas de cada localidade e suas formas de economia, feiras, eventos culturais etc.

Segundo a proposta em construção, o envolvimento do poder público será essencial para garantir apoio institucional, viabilidade técnica e possível transformação do projeto em política pública permanente.

Integração entre cultura e desenvolvimento econômico

A participação da ACEMA, sob a liderança de Marcello Bernardo, amplia o alcance da iniciativa ao conectar cultura e empreendedorismo. A entidade empresarial enxerga no mapeamento uma oportunidade concreta de:  Identificar potenciais econômicos locais ainda não explorados, fortalecendo o turismo cultural e sustentável. Estimular novos negócios a partir das vocações regionais, orientar políticas de incentivo ao empreendedorismo.

A proposta dialoga diretamente com a necessidade de integrar cultura e economia como pilares do desenvolvimento local e a valorização da identidade e da memória.

A Academia Apodiense de Letras, presidida por Genildo Sousa, traz para o projeto o olhar voltado à preservação da memória e da identidade cultural. A entidade deverá contribuir com levantamento histórico, antropológico, registro de manifestações culturais e reconhecimento de agentes culturais que constroem a história do município.

A iniciativa também poderá fortalecer o sentimento de pertencimento das populações em sua diversidades e ambientes socioculturais, ao valorizar as características únicas de cada Território. 

Avanços e possibilidades futuras

Entre os principais avanços esperados com a implementação do mapeamento, destacam-se:

- Criação de um banco de dados estratégico para planejamento público e privado.

- Subsídio para políticas públicas nas áreas de cultura, turismo, educação e desenvolvimento econômico.

- Embasamento de técnicas com tecnologias de buscas em plataformas oficiais, para essas Associações Comunitária, para obter habilidades em captação de recursos financeiros em Editais públicos, Municipais, Estaduais e Federais, Fundações, Fundos de Cultura, Bancos, etc.

- Fortalecimento institucional das entidades envolvidas e das cadeias produtivas local.

- Organização territorial mais eficiente, com foco nas microrregiões e suas demandas.

Além disso, o projeto pode posicionar Apodi como referência regional e até estadual em planejamento integrado, abrindo portas para novas parcerias e investimentos.

A participação da ACEMA, sob a liderança de Marcello Bernardo, amplia o alcance da iniciativa ao conectar cultura e empreendedorismo. A entidade empresarial enxerga no mapeamento uma oportunidade concreta de:

- Identificar potenciais econômicos locais ainda não explorados

- Fortalecer o turismo cultural e sustentável

- Estimular novos negócios a partir das vocações regionais

- Orientar políticas de incentivo ao empreendedorismo

- A proposta dialogará diretamente com a necessidade de integrar Cultura e a Economia Local como pilares do desenvolvimento das comunidades nesses territórios no Município de Apodi.

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quarta-feira, 15 de abril de 2026

Obras do Ramal do Apodi saem de 10%, em 2022, para 93% em abril de 2026

Escavação do Túnel Major Sales, parte essencial do Ramal, foi totalmente executada a partir de 2023

O Ramal do Apodi — parte de um conjunto de obras do Projeto de Integração do Rio São Francisco — em construção a partir do Reservatório de Caiçara, na Paraíba, até o Reservatório Angicos, no Rio Grande do Norte, numa uma extensão 115 Km, está praticamente concluído, com 93,18% das obras físicas executadas. Já a escavação do túnel Major Sales, estrutura com 6.577,05 metros de extensão e localizada na divisa entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte, foi concluída. Até dezembro de 2022, a única providência quanto à perfuração foi a limpeza da embocadura. A partir de janeiro de 2023, já na gestão do presidente Lula, a obra efetivamente avançou e atravessou a serra, restando apenas o serviço de instalação do piso (26,54% executado).


De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Rio Grande do Norte, no início do segundo semestre deste ano, o estado passa a contar com a água do Rio São Francisco, desta vez através do Ramal do Apodi. O projeto do Ramal do Apodi, incluindo o túnel Major Sales, só saiu efetivamente do papel e se transformou em obra concreta no atual ciclo de gestão pública. É necessário esclarecer, com base em dados oficiais, que foi apenas a partir da gestão do presidente Lula e gestão estadual de Fátima que o empreendimento deixou a fase inicial e passou a avançar de forma consistente, garantindo resultados reais à população.

Sobre a conclusão do túnel do Ramal do Apodi, é fundamental esclarecer pontos essenciais para garantir que a população tenha acesso à informação correta e baseada em dados oficiais. Ao final do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, as obras do Ramal do Apodi apresentavam baixo nível de execução física, com aproximadamente 10% concluídas.


Os dados constam em relatório do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Os relatórios mensais e disponíveis à sociedade registram, igualmente, que apenas a limpeza da embocadura do túnel foi realizada. O túnel Major Sales, etapa central do projeto, não havia avançado, refletindo um cenário de ritmo lento e descontinuidade em diversos trechos.  

Foi somente a partir de 2023, já no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em parceria com o Governo do Rio Grande do Norte, sob a gestão da governadora Fátima Bezerra, que a obra ganhou novo impulso. Houve a retomada efetiva dos investimentos, reorganização dos contratos e aceleração consistente dos trabalhos.


Dados oficiais do Governo Federal indicam que o Ramal do Apodi atingiu mais de 93,18% de execução física, enquanto o túnel alcançou 94,73%, com previsão de conclusão para junho de 2026. A escavação chegou a 100%, restando apenas o piso, em construção. A continuidade das obras de construção do Ramal do Apodi esteve ameaçada, ainda em 2022, com a perspectiva de as obras ficarem fora do orçamento. A governadora Fátima Bezerra empenhou-se pessoalmente para garantir que os recursos fossem assegurados, sob pena de a população do estado ser penalizada, especialmente todo a região do Alto Oeste potiguar.

Esse avanço expressivo demonstra que a maior parte da execução ocorreu no período recente. Etapas estruturantes, como a escavação do túnel Major Sales, considerada uma das fases mais complexas da obra, só foram viabilizadas com a retomada do projeto e o esforço contínuo dos últimos anos. A execução financeira das obras segue praticamente o mesmo ritmo, e demonstra que não houve interrupção na disponibilidade de recursos, destaca o secretário da Semarh, Paulo Varella.

As informações completas sobre o andamento físico e financeiro da obra estão disponíveis publicamente nos sistemas e relatórios da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), assegurando transparência e acesso aos dados por toda a sociedade.

Diante disso, é incorreto atribuir a conclusão do empreendimento a gestões anteriores sem considerar que o avanço decisivo, que levou a obra de um estágio inicial à fase final, ocorreu recentemente. É fato: o Ramal estava com aproximadamente 10% das obras executadas; e o túnel partiu do zero até chegar 94,73% (a obra geral).

Reafirma-se, assim, o compromisso com a transparência, com a informação correta e com o reconhecimento dos esforços que efetivamente transformaram o Ramal do Apodi em uma realidade próxima de beneficiar milhares de nordestinos.

Link dos Sumários Executivos:

https://www.gov.br/mdr/pt-br/assuntos/seguranca-hidrica/projeto-sao-francisco/sumarios-executivos-dos-eixos-estruturantes-norte-e-leste-e-ramais-associados

Imagens do Canal Apodi:

https://drive.google.com/drive/folders/1TcrBoH2ZtzwRTBvjKCWbgN_GvMdESdAY?usp=drive_link

Grupo de trilheiros de Apodi realizam sonho de subir no cume do Pico da Cabugi

 O Pico do Cabugi é um dos mais fascinantes marcos geológicos do Nordeste.

Nesse domingo, (12/4), um grupo de trilheiros do município de Apodi/RN ( Daborê do BNB, Airton Policial, Carlos Professor, Eliberto Professor) e de outras cidades realizaram o sonho de subir no cume do Pico da Cabugi que está localizado município de Angicos, no interior do Rio Grande do Norte, o Pico do Cabugi é um dos mais fascinantes marcos geológicos do Nordeste. Inicialmente, considerado o único vulcão extinto do Brasil que mantém sua forma original, ele é uma relíquia natural que atrai turistas, geólogos e amantes de aventuras.

Com 590 metros de altura e visível a quilômetros de distância, o Pico do Cabugi se destaca na paisagem do sertão potiguar, sendo um ponto de referência para viajantes e um destino de ecoturismo.


O local fica a cerca de 120 km de Natal, capital do RN, e o acesso é via BR-304. Entretanto, a entrada para a trilha geralmente ocorre pela zona rural de Angicos. Dessa maneira, recomenda-se contratar guias locais para maior segurança e aproveitamento do passeio.

O Pico do Cabugi é mais do que uma curiosidade geológica: é um patrimônio natural,  histórico e cultural do nordeste. Afinal, seja para estudar sua formação vulcânica, se aventurar na trilha ou simplesmente admirar sua imponência no horizonte, visitar o Cabugi é vivenciar uma parte única da história geológica brasileira. O local é também um símbolo cultural do Rio Grande do Norte. Sua imagem já estampou brasões, selos e campanhas turísticas, sendo um orgulho para os moradores da região. Além disso, muitos acreditam que ele tenha sido avistado pelos primeiros colonizadores portugueses ao chegarem à costa potiguar.


Visitar o Pico do Cabugi é uma experiência que combina natureza, geologia e aventura. A trilha até o topo é de dificuldade média e leva cerca de 2 a 3 horas, recompensando o visitante com uma vista panorâmica do sertão potiguar. Além da caminhada, a região oferece oportunidades para observação da fauna e da flora típicas da caatinga, com espécies adaptadas ao clima semiárido. É realmente uma aventura que vale a pena conhecer.

Foi muito gratificante chegar ao topo do Pico do Cabugi, era um sonho do tempo de faculdade no início dos anos 90, nossa turma chegou a marcar essa aventura juntamente com a professora de cartografia, Lucila, mas não conseguimos ir por conta de uma greve na universidade na época, foram cortados as verbas para viagens de estudos. Mas, enfim realizei um sonho de 34 anos atrás, nossa turma se preparava para ir no ano de 1992, comentou o professor Carlos. 


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terça-feira, 14 de abril de 2026

Saúde pauta pré-campanha no RN com debate sobre obras e qualidade do serviço

Discussão sobre hospitais e prestação do serviço alimentam embate entre Álvaro Dias, Allyson Bezerra e o governismo liderado por Cadu Xavier

Ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) e ex-secretário da Fazenda do RN Cadu Xavier (PT) - Fotos: José Aldenir/Agora RN

A saúde pública virou o principal tema da pré-campanha ao Governo do Rio Grande do Norte. Nas últimas semanas, pré-candidatos e seus aliados passaram a travar uma disputa de narrativa em torno de temas como qualidade do serviço público no Estado, entregas, atrasos e projetos em andamento.

O embate envolve, principalmente, o ex-prefeito de Natal Álvaro Dias (PL), o ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União) e o ex-secretário estadual da Fazenda Cadu Xavier (PT) — que são adversários na corrida para o governo. Cada um busca consolidar sua imagem a partir de realizações e críticas aos adversários, tendo como pano de fundo a demanda por melhorias na assistência à saúde no Estado.

Álvaro Dias tem sido um dos principais alvos dos questionamentos, em razão da situação do Hospital Municipal de Natal. A unidade foi inaugurada oficialmente no fim de 2024, mas nunca entrou em funcionamento pleno. Mais de um ano depois da solenidade de inauguração, o equipamento segue em obras na Avenida Omar O’Grady, na Zona Sul da capital.

Em visita ao local na semana passada, Cadu Xavier classificou o hospital como um exemplo de obra inconclusa e criticou o ex-prefeito de Natal por ter inaugurado o equipamento sem condições de funcionamento.

“Estamos aqui no Hospital Municipal. Mais uma obra inacabada do ex-prefeito Álvaro Dias. Esse hospital aqui, que nem está funcionando nem está pronto, foi inaugurado há mais de um ano pelo ex-prefeito de Natal. Para de mentir, prefeito”, afirmou Cadu em vídeo divulgado nas redes sociais.

A crítica integra a estratégia do campo governista de enquadrar Álvaro Dias como mau gestor. Além do Hospital Municipal, Cadu Xavier tem citado outras obras inauguradas pelo ex-prefeito sem estarem totalmente acabadas, como o Mirante da Ladeira do Sol, a engorda da praia de Ponta Negra e o Complexo Turístico da Redinha.

Álvaro Dias rebate as acusações e nega que projetos tenham sido abandonados em Natal. “Existem obras em execução, com contratos vigentes e recursos assegurados”, afirmou Álvaro, em nota divulgada na semana passada. “Classificar obra em execução como ‘inacabada’ é desconhecimento técnico ou má-fé política”, declarou.

Especificamente sobre o Hospital Municipal, Álvaro Dias afirmou, em entrevista à Band RN no dia 7, que a unidade depende apenas de “alguns ajustes” para abrir ao público e iniciar os atendimentos. “Eu falei com Paulinho Freire (atual prefeito de Natal). Ele disse que, na primeira semana de junho, estará funcionando”, acrescentou.

Na área da saúde, Álvaro Dias também tem destacado o trabalho realizado durante a pandemia de Covid-19, quando sua gestão abriu centros de atendimento pela cidade e instalou um hospital de campanha na Via Costeira.

Hospital de Mossoró como vitrine

Enquanto Álvaro Dias se defende das críticas, Allyson Bezerra utiliza a inauguração do Hospital Municipal de Mossoró Francisca Conceição da Silva como uma das principais vitrines de sua administração.

A unidade tem 1,7 mil metros quadrados de área construída e começou a realizar consultas, exames e cirurgias no dia seguinte à inauguração, em janeiro deste ano. A entrega passou a ser explorada politicamente como exemplo de gestão eficaz e compromisso com resultados concretos.

Ao comentar a diferença entre os projetos hospitalares de Mossoró e Natal, Allyson tem sido enfático em defender que obras públicas devem ser entregues apenas quando estiverem prontas para funcionar. “Não entrego obra pela metade”, afirmou o ex-prefeito.

Em entrevista à Band RN também na semana passada, Allyson subiu o tom e chegou a classificar Álvaro Dias como o “prefeito das meias obras”. “Como é que se inaugura um hospital e hoje, depois de um ano e três meses, esse hospital não fez um exame de sangue, não fez um exame de urina, não verificou a pressão de ninguém, não fez nem sequer uma cirurgia, não fez nada?”, afirmou.

“Em Mossoró não é propaganda. Inaugurei na quinta-feira à noite. Na sexta-feira pela manhã, o hospital já estava funcionando”, afirmou.

Governismo aposta no Hospital Metropolitano

Paralelamente, o governo estadual, liderado pela governadora Fátima Bezerra (PT), busca consolidar sua própria narrativa na área da saúde por meio da construção do Hospital Metropolitano do Rio Grande do Norte, em Emaús, no município de Parnamirim. A obra é apontada como estratégica para reorganizar a rede hospitalar e reduzir a pressão sobre o Hospital Walfredo Gurgel, principal unidade de urgência e emergência do Estado.

Com investimento superior a R$ 200 milhões e recursos vinculados ao Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), o equipamento deverá contar com 350 leitos e estrutura voltada à média e alta complexidade.

Na semana passada, os secretários Alexandre Motta (Saúde) e Gustavo Coelho (Infraestrutura) convidaram a imprensa para uma visita às obras do hospital para mostrar que os serviços estão em execução. Foi uma reação ao deputado estadual de oposição Gustavo Carvalho (PL), que denunciou na Assembleia Legislativa que as obras estavam paralisadas.

Rede estadual de saúde

Em meio à pré-campanha, o governo estadual também é frequentemente criticado pelas condições estruturais precárias de unidades como o Hospital Walfredo Gurgel e por atrasos no pagamento de fornecedores da saúde — o que leva à suspensão da oferta de serviços.

Em entrevista à Band RN, Álvaro Dias declarou na semana passada que a saúde pública do Rio Grande do Norte está “sucateada”. “Você vai no Hospital Walfredo Gurgel e as macas continuam nos corredores, como há 7 anos, quando a professora Fátima Bezerra começou o seu governo. Por que ela não fez um investimento necessário e não solucionou o problema? Por incompetência. Temos os hospitais regionais. Se o governo investisse, levasse especialidades médicas, dotasse com infraestrutura, com treinamento, equipamentos e medicamentos, o Walfredo Gurgel não vivia superlotado. Os casos seriam resolvidos na origem. O problema é que os hospitais regionais estão sucateados, porque o governo deixou de investir”, afirmou o ex-prefeito de Natal.

Além de citar a obra do Hospital Metropolitano, o governo iniciou uma campanha publicitária em que afirma que a saúde pública está “melhor” do que antes. Além do Hospital Metropolitano, a gestão estadual cita outros investimentos para fundamentar a narrativa. De acordo com a Secretaria de Saúde Pública (Sesap), entre 2019 e 2025, o número de leitos de UTI adulto saiu de 98 para 220 no RN.

Além disso, o governo tem citado investimentos como reformas em hospitais, criação da barreira ortopédica de Macaíba, a abertura do Hospital da Mulher e a construção de policlínicas.

Fonte: Agora RN

Abuso de poder nas redes sociais: quando o impulsionamento vira ilícito eleitoral

Por Diana Câmara

À medida que o processo eleitoral se adapta às dinâmicas digitais, as redes sociais deixam de ser meras ferramentas de comunicação para se consolidarem como verdadeiros espaços de disputa política. Nesse ambiente, o impulsionamento de conteúdo ganha protagonismo como estratégia de alcance e visibilidade, sendo prática admitida pela legislação eleitoral. No entanto, o uso dessa ferramenta exige cautela, pois, a depender das circunstâncias, pode ultrapassar os limites da legalidade e configurar ilícito eleitoral capaz de comprometer a própria lisura do pleito.

A legislação brasileira não proíbe o uso da internet nas campanhas eleitorais. Ao contrário, reconhece sua relevância e estabelece parâmetros para sua utilização, especialmente por meio da Lei nº 9.504/97 e das resoluções do Tribunal Superior Eleitoral. O impulsionamento de conteúdo é permitido, desde que realizado diretamente por candidatos, partidos ou coligações, com a devida identificação do responsável e o registro regular das despesas na prestação de contas. Trata-se, portanto, de um instrumento legítimo dentro do jogo democrático, desde que utilizado com transparência e observância das regras.

O problema surge quando essa prática, aparentemente regular, passa a ser utilizada de forma a gerar desequilíbrio na disputa eleitoral. O impulsionamento deixa de ser lícito quando se distancia de sua finalidade informativa e passa a servir como mecanismo de manipulação ou obtenção de vantagem indevida. Isso ocorre, por exemplo, quando há financiamento por terceiros não identificados, mascarando a origem dos recursos empregados na campanha digital, ou quando se utilizam estruturas paralelas de divulgação, como páginas que não possuem vínculo formal com o candidato, mas que atuam em seu benefício. Também se verifica a irregularidade quando há disseminação massiva de conteúdo negativo ou desinformativo contra adversários, bem como quando são empregados mecanismos automatizados para ampliar artificialmente o alcance das publicações.

Nessas hipóteses, não se está mais diante de uma estratégia legítima de comunicação política, mas de condutas que podem caracterizar abuso de poder econômico ou uso indevido dos meios de comunicação social. A Justiça Eleitoral tem avançado de forma significativa na análise dessas práticas, sobretudo diante do protagonismo que o ambiente digital assumiu nas eleições mais recentes. O Tribunal Superior Eleitoral tem sinalizado que não apenas o conteúdo veiculado deve ser examinado, mas também a forma como ele é disseminado. Em outras palavras, não basta que a mensagem seja, em si, lícita; o modo como ela é impulsionada pode torná-la juridicamente reprovável.

A jurisprudência vem se consolidando no sentido de que o uso desproporcional de recursos financeiros para amplificação de conteúdo nas redes sociais, especialmente quando não declarado ou operacionalizado por terceiros, compromete a igualdade de oportunidades entre os candidatos, que constitui um dos pilares do processo democrático. Nesse contexto, a análise da gravidade da conduta e de seu potencial de influência sobre o eleitorado passa a ser determinante para o enquadramento jurídico da situação.

Outro aspecto relevante diz respeito à responsabilidade do candidato. Ainda que o conteúdo seja divulgado por terceiros, a Justiça Eleitoral tem admitido a responsabilização quando houver benefício direto ou indireto decorrente da conduta. Essa compreensão impõe às campanhas uma postura mais diligente e preventiva, exigindo não apenas a observância das regras formais, mas também o monitoramento constante do ambiente digital. Não basta que o candidato se abstenha de praticar o ilícito; é necessário evitar, inclusive, ser beneficiado por práticas irregulares realizadas por apoiadores ou terceiros.

As consequências jurídicas decorrentes do uso irregular do impulsionamento podem ser severas. A depender da gravidade do caso concreto, a conduta pode ensejar a aplicação de multa, a desaprovação das contas de campanha, a cassação do registro ou do diploma e, em situações mais graves, a declaração de inelegibilidade por abuso de poder. O enquadramento dependerá da análise das circunstâncias específicas de cada caso, especialmente quanto à intensidade da conduta e ao seu impacto no equilíbrio da disputa eleitoral.

Diante da crescente sofisticação das estratégias digitais e da profissionalização das campanhas, é razoável afirmar que o uso das redes sociais será ainda mais intenso nas eleições de 2026. Nesse cenário, o impulsionamento continuará sendo uma ferramenta relevante, mas também se consolidará como um dos principais pontos de atenção jurídica. A linha que separa o uso legítimo da prática ilícita é, muitas vezes, sutil, o que exige preparo técnico e responsabilidade por parte de candidatos e assessores.

A busca por visibilidade não pode se sobrepor ao respeito às regras do processo eleitoral. Mais do que nunca, estratégia política e conformidade jurídica precisam caminhar lado a lado, sob pena de transformar uma ferramenta legítima de comunicação em fator de risco capaz de comprometer candidaturas e resultados eleitorais.

Gestão do prefeito Sabino conquista prêmio do SEBRAE com projeto inovador em Apodi


A gestão do prefeito Sabino alcançou mais um importante reconhecimento ao colocar o município de Apodi entre os destaques do Rio Grande do Norte na premiação Prefeitura Empreendedora, promovida pelo SEBRAE. O município foi um dos nove premiados na categoria Simplificação, com o projeto Alimentos com Origem SIM, e agora avança para a etapa nacional da premiação.

A conquista evidencia o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento econômico, a valorização dos pequenos produtores e a promoção da segurança alimentar.


Diante desse cenário, a gestão do prefeito Sabino estruturou e implementou o projeto Alimentos com Origem SIM, promovendo a reabertura e modernização do abatedouro municipal, além da implantação efetiva do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), com equipe técnica qualificada e processos de certificação sanitária. A iniciativa também se integrou à organização do Mercado da Carne, do Peixe e da feira livre, fortalecendo toda a cadeia produtiva local.

Como resultado, o município passou a oferecer produtos com certificação, maior valor agregado e mais segurança para os consumidores. O projeto já beneficia diretamente mais de 180 produtores e seus familiares, além de envolver mais de 50 comerciantes locais e alcançar cerca de 18 mil consumidores. A ação impulsiona a geração de renda, estimula o empreendedorismo e promove a inclusão produtiva, fortalecendo a economia de Apodi.


Outro diferencial do projeto é a disponibilização de um canal digital por meio do site da Prefeitura, facilitando o acesso a informações e serviços relacionados ao SIM, ampliando a transparência e a eficiência na prestação de serviços públicos.

Para o prefeito Sabino, a premiação representa o reconhecimento de um trabalho coletivo. “Esse prêmio é fruto do esforço de toda uma equipe comprometida e, principalmente, dos nossos produtores, que acreditaram na proposta e abraçaram essa transformação. É uma conquista de todo o povo de Apodi”, destacou.


Com a classificação para a etapa nacional, Apodi leva para todo o Brasil um exemplo de gestão pública eficiente, inovadora e comprometida com o desenvolvimento sustentável. A expectativa é que o projeto continue avançando, ampliando seus impactos positivos e consolidando o município como referência em políticas públicas voltadas ao empreendedorismo e à valorização da produção local.

Caern faz limpeza em reservatório da cidade de Apodi nesta quarta-feira (15)


Na quinta-feira (16) será a vez do reservatório de Felipe Guerra e na sexta-feira (17) a higienização ocorrerá no reservatório de Upanema

A Caern vem realizando cronograma de limpeza de reservatórios sob a responsabilidade da Companhia nas diversas regiões do estado. O objetivo é manter a qualidade da água distribuída à população. Essa semana, a equipe estará em Apodi, Felipe Guerra e Upanema.

Confira abaixo as informações para cada cidade:

Apodi: serviço será realizado, na quarta-feira (15), das  7h  às 17h. A parada vai afetar o toda a cidade. A normalização no abastecimento, após a conclusão da limpeza, deve ocorrer em até 48h. 

Felipe Guerra: o trabalho, na quinta-feira (16), será feito das  7h  às  17h. Quanto ao fornecimento de água, a cidade baixa fica abastecida, o restante da cidade ficará sem abastecimento. Após a limpeza, a normalização na distribuição de água deve acontecer em até 48h. 

Upanema: a higienização e limpeza, na sexta-feira (17), acontece das 7h30  às 17h. A paralisação durante o trabalho vai afetar o abastecimento de toda a zona urbana da cidade, Sítio Poré, Assentamento Boa Água I e II e parte do Sítio Bom Jesus. Depois do serviço, a normalização integral da distribuição de água deve ocorrer em até 48h.


A pedido do MP Eleitoral, Justiça proíbe distribuição de bebidas em eventos políticos de Itaú

Decisão atende pedido do MP para garantir o equilíbrio e a legalidade nas eleições suplementares do município

O Ministério Público Eleitoral de Apodi obteve uma decisão judicial favorável para impedir a distribuição gratuita de bebidas alcoólicas e o uso irregular de som em eventos políticos em Itaú. A medida busca preservar a igualdade entre os candidatos que disputam a Prefeitura nas eleições suplementares marcadas para o dia 17 de maio.

A ação foi motivada após denúncias de que um evento realizado no dia 5 de abril contou com farta distribuição de cerveja e uso de equipamentos de som de alta potência.

A atuação do Ministério Público Eleitoral destaca a necessidade de coibir práticas que possam influenciar a vontade do eleitor por meio de vantagens econômicas. O órgão argumentou que a oferta de bens de consumo, como bebidas, desequilibra a disputa e fere a legislação eleitoral vigente. Ao monitorar as atividades de campanha, o Ministério Público busca assegurar que o processo democrático seja pautado no debate de ideias e não na troca de favores.

Multa

A decisão judicial proíbe que os candidatos, partidos e federações das duas chapas em disputa distribuam ou permitam que terceiros doem bebidas alcoólicas em comícios, carreatas e reuniões. Também foi determinado que os organizadores impeçam a entrada de grandes recipientes de armazenamento, como freezers e caixas de isopor de médio ou grande porte, nos locais dos eventos. O descumprimento dessas obrigações resultará em multa de R$ 20 mil por cada evento irregular constatado.

A Justiça Eleitoral também ordenou a proibição do uso de “paredões de som” e outros equipamentos sonoros que não respeitem os limites de volume e as regras de mobilidade previstas na lei. A fiscalização será auxiliada pela Polícia Militar, que recebeu orientação para lavrar boletins de ocorrência e recolher provas caso identifique irregularidades. A responsabilidade por eventuais atos ilícitos será aplicada de forma solidária aos candidatos e às suas respectivas agremiações partidárias.

Desobediência

No contexto da fiscalização dessas ordens, é fundamental destacar o que determina o Artigo 347 do Código Eleitoral sobre o crime de desobediência. Este dispositivo estabelece que recusar o cumprimento de ordens ou instruções da Justiça Eleitoral, ou opor embaraço à sua execução, pode acarretar penas de detenção e pagamento de multa. A aplicação deste artigo reforça a autoridade das decisões judiciais destinadas a manter a lisura do pleito e a paridade de armas entre os concorrentes.

Confira a decisão e a petição inicial.

RN ganha reforço hídrico após chuvas e Oiticica supera 50% da capacidade

Levantamento mais recente indica recuperação hídrica em diversos mananciais, com destaque para Oiticica e sangria de reservatórios no interior do estado

O Governo do Estado do Rio Grande do Norte, por meio do Instituto de Gestão das Águas do Rio Grande do Norte (IGARN), monitora 69 mananciais responsáveis pela segurança hídrica dos municípios potiguares. O Relatório dos Volumes dos Reservatórios, divulgado nesta segunda-feira (13), aponta aumento nos níveis de diversos reservatórios após as chuvas registradas no último fim de semana.

Atualmente, as reservas hídricas superficiais totais do Rio Grande do Norte acumulam 2.312.971.672 m³, o que corresponde a 43,72% da capacidade total, estimada em 5.290.123.351 m³. Ao todo, 31 mananciais apresentaram aumento de volume de água em comparação com o levantamento anterior.

A barragem de Oiticica já acumula 371.767.111 m³, o equivalente a 50,06% de sua capacidade total, que é de 742.632.840 m³. Em comparação com a última sexta-feira (10), quando registrava 337.227.991 m³ (45,41%), o reservatório apresentou um aumento de 4,38% no volume acumulado.

O açude público do município de Encanto, com capacidade para 5.192.538 m³, atingiu 100% de sua capacidade e começou a verter (sangrar) no último sábado (11). Além dele, outros cinco reservatórios permanecem cheios: Campo Grande, em São Paulo do Potengi; o açude público de Marcelino Vieira; o açude público de Riacho da Cruz; Tesoura, em Francisco Dantas; e Dinamarca, em Serra Negra do Norte.

Entre os mananciais monitorados, o maior aumento proporcional foi registrado no açude Inspetoria, em Umarizal, que teve acréscimo de 86,79% no volume armazenado. O reservatório acumula 2.819.176 m³, o equivalente a 91,08% de sua capacidade total, que é de 3.095.125 m³. No relatório anterior, o manancial estava com apenas 4,29% da capacidade.

Outro destaque é o açude Beldroega, em Paraú, que teve crescimento de 33,30% no volume armazenado após as chuvas. Atualmente, acumula 3.943.296 m³, o equivalente a 48,94% de sua capacidade total, de 8.057.520 m³. Na última sexta-feira, o reservatório estava com 15,64% da capacidade.

A barragem Armando Ribeiro Gonçalves, maior reservatório do estado, acumula 989.326.689 m³, correspondentes a 41,69% de sua capacidade total, que é de 2.373.066.000 m³. O aumento no período foi de 0,39%, em relação aos 979.972.616 m³ (41,30%) registrados no relatório anterior.

Já a barragem Santa Cruz do Apodi acumula 355.522.950 m³, o equivalente a 59,28% de sua capacidade total, de 599.712.000 m³. O crescimento no volume foi de 0,44% em comparação com o levantamento anterior, quando registrava 58,84%.

A barragem Umari, localizada em Upanema, acumula 151.873.960 m³, correspondentes a 51,87% de sua capacidade total, de 292.813.650 m³. No relatório anterior, o volume era de 144.257.815 m³ (49,27%).

Apesar das recargas, 15 reservatórios ainda permanecem com menos de 10% da capacidade total: Itans, em Caicó (0,05%); Sabugi, em São João do Sabugi (5,82%); Passagem das Traíras, em São José do Seridó (0,04%); Esguicho, em Ouro Branco (7,93%); Bonito II, em São Miguel (7,82%); Dourado, em Currais Novos (5,36%); Gangorra, em Rafael Fernandes (5,40%); Jesus Maria José, em Tenente Ananias (1,80%); Tourão, em Patu (4,05%); Zangarelhas, em Jardim do Seridó (6,27%); Alecrim, em Santana do Matos (5,69%); Brejo, em Olho d’Água do Borges (1,04%); 25 de Março, em Pau dos Ferros (7,87%); São Gonçalo, em São Francisco do Oeste (7,35%); e Mundo Novo, em Caicó, que permanece seco.


segunda-feira, 13 de abril de 2026

Petróleo dispara acima de US$ 100 após anúncio dos EUA de bloqueio naval contra o Irã

O petróleo voltou a ultrapassar a marca de US$ 100 por barril após a ameaça dos EUA de bloqueio naval do Irã e o fracasso nas negociações entre os dois países, refletindo o aumento das tensões no Oriente Médio.

Segundo informações publicadas pelo G1, com base em dados do mercado e relatos de autoridades, o barril do Brent, referência internacional, avançava 6,80% por volta das 19h, alcançando US$ 101,93, enquanto o WTI (West Texas Intermediate), referência nos Estados Unidos, subia 7,98%, sendo negociado a US$ 104,27.

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domingo, 12 de abril de 2026

Mulher é presa por tráfico de drogas em Itaú, no interior do RN

Outras três mulheres foram levadas para averiguação

Mulher é presa por tráfico de drogas em Itaú, no interior do RN - Foto: Reprodução/PM

A Polícia Militar prendeu em flagrante uma mulher suspeita de tráfico de drogas na noite deste sábado 11, no município de Itaú, no interior do Rio Grande do Norte.

A ação foi realizada por equipes da 6ª CIPM, por meio da guarnição local e do Grupo Tático Operacional (GTO), após denúncia anônima.

De acordo com a corporação, a informação indicava a prática de tráfico em um estabelecimento da cidade. As equipes se deslocaram até o local e realizaram abordagem à proprietária.

Durante a ação, foram encontradas porções de substância análoga à maconha, além de uma quantia em dinheiro. Em continuidade às diligências, os policiais localizaram outras porções de entorpecentes, incluindo substância análoga à cocaína.

Também foram apreendidos materiais associados à atividade de tráfico, como balança de precisão, cadernos com anotações e diversos objetos.

Outras três mulheres que estavam no local foram conduzidas para averiguação.

Entre os itens apreendidos estão quantia em dinheiro, porções de substâncias análogas à maconha e cocaína, aparelhos celulares, balança de precisão, cadernos com anotações e outros materiais relacionados à atividade ilícita.

Diante da situação, a suspeita recebeu voz de prisão e foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil em Pau dos Ferros, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante (APF). A informação é do Agora RN.

A ocorrência foi registrada após denúncia anônima, e o caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil para os procedimentos cabíveis.

Caern realiza limpeza de reservatórios de água em Apodi, Felipe Guerra e Upanema, de 15 a 17 de abril

Durante o serviço, haverá parada no abastecimento em regiões desses três municípios, após religamento dos sistemas, normalização ocorrerá em 48h 

Com o objetivo de manter os parâmetros de qualidade da água distribuída aos clientes da Companhia, a Caern realiza higienização e limpeza em reservatórios de água em Apodi, Felipe Guerra e Upanema, na próxima semana, entre os dias 15 e 17 de abril. 

A programação é a seguinte: 

Apodi: serviço será realizado, na quarta-feira (15), das  7h  às 17h. A parada vai afetar o toda a cidade. A normalização no abastecimento, após a conclusão da limpeza, deve ocorrer em até 48h. 

Felipe Guerra: o trabalho, na quinta-feira (16), será feito das  7h  às  17h. Quanto ao fornecimento de água, a cidade baixa fica abastecida, o restante da cidade ficará sem abastecimento. Após a limpeza, a normalização na distribuição de água deve acontecer em até 48h. 

Upanema: a higienização e limpeza, na sexta-feira (17), acontece das 7h30  às 17h. A paralisação durante o trabalho vai afetar o abastecimento de toda a zona urbana da cidade, Sítio Poré, Assentamento Boa Água I e II e parte do Sítio Bom Jesus. Depois do serviço, a normalização integral da distribuição de água deve ocorrer em até 48h.

Gestão do prefeito Sabino entrega passagem molhada e nova usina solar na zona rural de Apodi

A Prefeitura de Apodi segue levando desenvolvimento e qualidade de vida para a zona rural. No sítio Caboclo e comunidades vizinhas, a gestão...