Foto: Reprodução/Redes sociais
O Banco Central prepara novidades para o Pix. O meio de
pagamento, que já faz parte do dia a dia dos brasileiros, está no centro de uma
polêmica internacional entre os governos do Brasil e dos Estados Unidos.
O gesto já é automático: para pagar o cafezinho ou fechar
um negócio, o brasileiro faz um Pix. Em cinco anos, a ferramenta revolucionou a
economia e, no ano passado, atingiu a marca de R$ 35 trilhões movimentados.
O sucesso gerou críticas do presidente dos Estados
Unidos, Donald Trump, que afirmou que o sistema prejudica empresas de cartões.
Em resposta, o presidente Lula disse que o Brasil não vai recuar.
Novidades
Mesmo com a disputa, o Banco Central trabalha em
melhorias. Ainda este ano, o “Pix cobrança”, que une QR Code ao boleto, se
tornará obrigatório. Outra novidade é a “duplicata”, que permitirá a
empresários antecipar recebíveis com custos menores.
Até o fim do ano, o sistema deve ganhar o “split”, que
divide automaticamente impostos no momento da compra. Também estão em estudo o
Pix internacional, pagamentos por aproximação, uso sem internet, Pix em
garantia e o parcelamento, com expectativa de ampliar a concorrência e reduzir
juros.
R7
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