Programa contempla 466.055 famílias nos 167 municípios
potiguares; valor médio é de R$ 667,05
O Bolsa Família contempla, em fevereiro, 466.055 famílias
nos 167 municípios do Rio Grande do Norte. O investimento do Governo do Brasil
no estado supera R$ 310,8 milhões, garantindo benefício médio de R$ 667,05. O
cronograma de pagamentos começa nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, e segue
até o dia 27, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).
Em 122 municípios potiguares, o pagamento será unificado
nesta quinta (12). A medida é aplicada em cidades incluídas nas ações de
enfrentamento a desastres, como enchentes, inundações e períodos longos de seca
e estiagem.
No estado, 170,7 mil crianças de zero a seis anos recebem
o Benefício Primeira Infância, com adicional de R$ 150 por integrante nessa
faixa etária. O investimento para esse repasse soma R$ 24,4 milhões.
O programa também prevê benefícios complementares de R$
50, destinados a 14,1 mil gestantes, 8,2 mil nutrizes e 298,2 mil crianças e
adolescentes de sete a 18 anos no Rio Grande do Norte. Para esses pagamentos, o
investimento supera R$ 15 milhões.
No grupo prioritário e específico, o Bolsa Família
alcança no estado 2,8 mil famílias com pessoas em situação de rua, 985 com
pessoas indígenas, 3,7 mil com quilombolas, 91 com crianças em situação de
trabalho infantil, 2,4 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao
escravo e 10,2 mil com catadores de material reciclável.
Natal concentra o maior número de beneficiários no
estado, com 72,2 mil famílias atendidas. Em seguida aparecem Mossoró (29.178),
Parnamirim (21.724), São Gonçalo do Amarante (16.956) e Macaíba (13.199).
Senador Georgino Avelino registra o maior valor médio de
benefício no RN, com R$ 709,70. Na sequência estão Goianinha (R$ 708,82), Tibau
do Sul (R$ 701,60), Canguaretama (R$ 701,38) e Parazinho (R$ 696,64).
Cenário nacional
No cenário nacional, 18,84 milhões de famílias serão
atendidas em fevereiro nos 5.570 municípios do país, com valor médio de R$
690,01. O investimento do Governo do Brasil é de R$ 13 bilhões.
Dentro das ações de enfrentamento a desastres, 171
municípios brasileiros recebem o pagamento de forma unificada no primeiro dia
do calendário. São 122 cidades do Rio Grande do Norte, 14 da Bahia, 12 no
Paraná, 11 em Sergipe, seis em Roraima, três no Amazonas, duas no Piauí e uma
em Santa Catarina.
Em todo o país, 8,3 milhões de crianças de zero a seis
anos recebem o Benefício Primeira Infância neste mês, com investimento de R$
1,2 bilhão. Os benefícios complementares de R$ 50 alcançam 13,8 milhões de
crianças e adolescentes de sete a 18 anos, 654,4 mil gestantes e 339,5 mil
nutrizes, com investimento superior a R$ 699,8 milhões.
No grupo prioritário nacional, o programa atende 258,4
mil famílias com pessoas em situação de rua, 247,6 mil com pessoas indígenas,
291,2 mil com quilombolas, 3,6 mil com crianças em situação de trabalho
infantil, 56,5 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e
401,7 mil com catadores de material reciclável.
Do total de responsáveis familiares no país, 84,38% são
mulheres, o que representa 15,8 milhões. Pessoas de cor preta/parda somam 36,1
milhões de beneficiários, equivalente a 73,29%.
A Regra de Proteção permite que famílias permaneçam no
programa por até um ano após conseguirem emprego com carteira assinada ou
aumento de renda, recebendo 50% do valor do benefício. Em janeiro, 2,51 milhões
de famílias estavam nesse parâmetro.
No recorte regional, o Nordeste reúne 8,79 milhões de
beneficiários, com investimento de R$ 6 bilhões. O Sudeste soma 5,33 milhões de
famílias e R$ 3,68 bilhões; o Norte, 2,43 milhões de famílias e R$ 1,75 bilhão;
o Sul, 1,27 milhão de beneficiários e R$ 864,1 milhões; e o Centro-Oeste, 991,6
mil famílias e R$ 690,5 milhões.
Entre os estados, a Bahia lidera com 2,3 milhões de
famílias beneficiárias e R$ 1,57 bilhão em repasses. São Paulo tem 2,2 milhões
de contemplados. Pernambuco (1,47 milhão), Minas Gerais (1,42 milhão), Rio de
Janeiro (1,4 milhão), Ceará (1,34 milhão), Pará (1,26 milhão) e Maranhão (1,15
milhão) também registram mais de um milhão de integrantes do programa.
Roraima apresenta o maior valor médio de repasse em
fevereiro, com R$ 743,97. Amapá (R$ 734,64), Amazonas (R$ 723,35), Pará (R$
719,83), Acre (R$ 719,36) e Maranhão (R$ 709,89) aparecem na sequência.
Fonte: Agora RN
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